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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

In Flames - Siren Charms (2014)

Banda: In Flames
Álbum: Siren Charms
Ano: 2014
Gênero: Groove Metal/Alternative Rock
País: Suécia
Membros: Anders Fridén (vocal), Björn Gelotte (guitarra), Niclas Engelin (guitarra), Peter Iwens (baixo) e Daniel Svensson (bateria).

01 - In Plain View
02 - Everything's Gone
03 - Paralyzed
04 - Through Oblivion
05 - With Eyes Wide Open
06 - Siren Charms
07 - When The World Explodes
08 - Rusted Nail
09 - Dead Eyes
10 - Monsters In The Ballroom
11 - Filtered Truth

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Astral Doors - Notes From The Shadows (2014)

Banda: Astral Doors
Álbum: Notes From The Shadows
Ano: 2014
Gênero: Heavy/Power Metal
País: Suécia
Membros: Nils Patrik Johansson (vocal), Joachim Nordlund (guitarras), Ulf Lagerström (baixo), Johan Lindstedt (bateria) e Jocke Roberg (teclados).

O nome da faixa oito é uma calúnia!!

01 - The Last Temptation of Christ
02 - Disciples of The Dragonlord
03 - Wailing Wall
04 - Shadowchaser
05 - Die Alone
06 - Hoodoo Ceremony
07 - Southern Conjuration
08 - Walker The Stalker
09 - Desert Nights
10 - In The Name of Rock
11 - Confessions
12 - Shadow Prelude In E Minor (Bonus Track)

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Swashbuckle - We Hate The Sea (EP) (2014)

Banda: Swashbuckle
Álbum: We Hate The Sea (EP)
Ano: 2014
Gênero: Pirate Thrash Metal/Crossover
País: Estados Unidos
Membros: Admiral Nobeard (vocal e baixo), Commodore RedRum (guitarra) e Legendary Pirate King Eric "The" Brown (bateria).

01 - Beer Goggles
02 - I Hate The Sea (and Everything In It)
03 - Poop Deck Toilet Wreck
04 - Slaughter On International Waters

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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Autumn Flowers - Discografia

A cidade mineira de Juiz de Fora vive um momento especial para os amantes da vida pesada. Bandas como Hagbard, Hard Desire, Glitter Magic, entre outras, deram um novo fôlego para uma cena que já havia vivido um grande momento a partir de 2003.
O ponto de afirmação da atual fase da cidade, será receber o show do Sabaton no próximo dia 14 de setembro.
E se hoje a cena colhe ótimos frutos, parte desse sucesso deve-se aos conjuntos que surgiram no início dos anos 2000 e que romperam fronteiras, trazendo para cidade uma vertente diferente do que se tocava na região, e um desses conjuntos era o Autumn Flowers, formado em 1998.
Já em 2000, quando a formação era Raphael Vasconcelos (vocal), Leandro Mesquita (vocal e guitarra), Mauricio Fernandes (guitarra), Vitor Gomes (baixo), Diogo Dadati (teclados e violino) e Camilo Rangel (bateria), lançaram uma demo, que foi muito bem recebida pela mídia especializada.
A banda se destaca por fazer um Doom Metal clássico, com várias influências de nomes como My Dying Bride e Anathema (mais antigo).
Após o lançamento da demo, o conjunto seguiu sua jornada, buscando realizar o sonho de lançar o primeiro álbum. Nessa caminhada participaram de eventos importantes pelo Brasil, tocando ao lado de nomes como: Dynamo, Sadistic Gore, Elevare, Devourer, Sepulcro, Black Widow, Thessera, Avec Tristesse, Silent Cry, Imago Mortis e Nordheim, além dos gigantes Ratos de Porão, Korzus, Dr. Sin e Andre Matos.
E a luta dos caras em busca de espaço e reconhecimento foi recompensada com o brilhante Of Essence And Nightmare, que saiu em 2010.
O álbum é denso, melancólico, com excelentes partes de piano e violino, sendo elas colocadas na medida certa. Ao contrário de grande parte dos conjuntos de Doom, que modificaram seu som ao longo dos anos, trazendo influências do Gothic, no caso do Autumn Flowers o foco era o Doom clássico, com ênfase nos riffs. O vocal é bem agressivo e muito bem encaixado, como na fantástica Witchammmer, que em suas linhas guitarra, lembra bastante o que faz o Candlemass. E os destaques prosseguem com a emotiva Lost In The Garden e em Stardust, que tem bons vocais limpos. Thorns In The Womb é outra faixa digna de elogios, com uma ótima alternância entre os vocais.
Em linhas gerais trata-se de um ótimo trabalho, sendo que em termos de produção e composição, é um álbum que representa muito bem o estilo.
O álbum foi muito bem aceito pelos fãs e pela mídia especializada, mas não foi o suficiente para que o conjunto seguisse na ativa.
Tempos após o lançamento de Of Essence And Nightmare, o Autumn Flowers acabou encerrando suas atividades.
É uma pena que uma banda com tanta qualidade e que conseguiu ser uma pioneira no estilo em sua região, não esteja mais na ativa. Fica na expectativa para que, com a efervescência da cena atual em Juiz de Fora, possam retornar aos palcos e receber o reconhecimento de que tanto fizeram por merecer!


 Of Essence And Nightmare - 2010

01 - Of Essence And Nigthmare
02 - Witchhammer
03 - Kingdom Of Hypocrisy
04 - Lost In The Garden
05 - Stardust
06 - The Last Farewell
07 - Thorns In The Womb
08 - Bring Me To My Cradle
09 - What Lies Beneath
10 - Time After Time (Bônus)
11 - On My Knees (Bônus)




quarta-feira, 27 de agosto de 2014

The Rods - Discografia

Lá trás, mais precisamente no ano de 1967, surgia nos Estados Unidos uma banda que até hoje não é tão conhecida pelo grande público apreciador da música pesada, mas um de seus integrantes viria a se tornar uma das maiores lendas da história do Heavy Metal. Me refiro ao Elf, inicialmente chamado de The Electric Elves, que contava com o ilustre Ronnie James Dio no vocal e baixo, David Feinstein na guitarra, Gary Driscoll nas baquetas e Mickey Lee Soule no piano e órgão. A banda lançaria três álbuns de estúdio antes de paralisar suas atividades em 1975 e Dio seguir seu caminho ao topo, passando por bandas como Rainbow e Black Sabbath. No entanto, um detalhe que poucos se atentam é que o Elf deixou mais um filho, apesar de não muito reconhecido. E dos bons.
A família de Ronnie James Dio é, por sinal, abençoada pelo dom de fazer Rock 'n' Roll. Isso porque o guitarrista David Feinstein, seu companheiro de banda da época do Elf, é também seu primo. O desconhecimento desse detalhe pode reduzir o interesse de muitos em buscar o que esse cara veio a criar depois do Elf.
Feinstein não ficou parado após a paralisação da banda com seu primo. Entre especulações sobre retorno lá e cá (que não se concretizaram), não tardou tanto assim para que uma nova banda nascesse.
Essa nova banda surgiu em Cortland, Nova Iorque, no ano de 1978, e se chama The Rods. Compreendendo David Feinstein na guitarra e também no vocal (excelente, com drives e ocasionais rasgados totais), Stephen Starmer no baixo e Carl Canedy na bateria, a nova banda seguiria uma linha um tanto diferente do que era tocado no Elf, mas se aproveitando da mesma veia de Rock antigo, setentista, de fácil relacionamento a bandas como Led Zeppelin e Deep Purple.
O álbum debut chegou em 1980 sob o título "Rock Hard". Originalmente lançado de forma independente, é um disco excelente, mas meio que com o pé no freio, não tão agitado. A sonoridade é expressa por meio de um característico Hard Rock setentista, e as letras, pra variar, são os clichês antigos como sexo, drogas, mulheres, Rock 'n' Roll.
Rapidamente, em 1981, o The Rods conquistou um contrato com o selo Arista Records, que relançou o primeiro álbum reorganizando a ordem das faixas, excluindo algumas e acrescentando outras, e nomeando-o com o nome da banda. Nesse ano, também, uma das poucas alterações na formação aconteceram em decorrência da saída do baixista Stephen Starmer para a entrada de Gary Bordonaro.
O terceiro álbum (também considerado o segundo álbum da banda devido ao fato de que a Arista Records apenas relançou o debut) chegou num ligeiro período de um ano. "Wild Dogs" foi lançado em 1982 e começou a apresentar um maravilhoso Hard Rock mais pesado, fundido a bem-vindas impressões de Heavy Metal. O maior astral das canções e o maior peso afetaram também o vocal de David Feinstein, que canta com mais vontade e rasga mais.
Mantendo o pique de lançamento de um álbum por ano, a sequência prossegue com a chegada de "In The Raw" em 1983, agora lançado através da Shrapnel Records. Não apenas o pique de lançamento se mantém a todo vapor, mas o pique da sonoridade também, que preserva todo o direcionamento dos antecessores. Mil novecentos e oitenta e três também foi o ano de lançamento do primeiro disco ao vivo do power trio, chamado simplesmente "Live" e distribuído pela Combat Records.
No ano seguinte é a vez do excelente "Let Them Eat Metal" chegar às prateleiras, agora via o poderoso selo Roadrunner Records. Aqui a abordagem é um pouco mais pesada. Em algumas músicas, o ritmo é mais pegado. Em outras, o Hard Rock flerta mais com algo próximo ao Glam Metal. Ainda assim, não se desvia tanto do que sempre foi feito.
Pela primeira vez levando dois anos para lançar um álbum, "Heavier Than Thou" foi lançado apenas em 1986 pela Passport Records. A demora provavelmente se deve a uma estranha mudança na formação da banda. O impacto dessas mudanças puderam ser sentidos na musicalidade do álbum. Agora, David Feinstein não mais era vocalista; dedicava-se apenas à guitarra. O posto de vocal ficou por conta de "Shmoulik" Avigal. Outro acréscimo foi o da tecladista Emma Zale. Além disso, o baixista Gary Bordonaro não mais fazia parte da banda. Sua posição foi ocupada por Craig Gruber, mas ainda assim, Gary gravou o baixo da faixa "Make Me A Believer". O impacto das mudanças foi muito positivo, pois resultou em um álbum de pegada ainda mais acelerada e os arranjos de teclado encorparam determinadas passagens das canções, só que sem exagerar, não sendo sempre evidente, mas apenas nos momentos de clímax. Enquanto não tão evidente, ele está ali sustentando o background.
Infelizmente o The Rods encerrou suas atividades em 1987, mas especulações sobre um possível retorno sempre existiram. Os boatos se concretizaram quando em 2008 o conjunto anunciou que se reuniriam a lançariam um novo trabalho. Renasceram como o power trio histórico, compreendendo David Feinstein no vocal e guitarra, Gary Bordonaro no baixo e Carl Canedy na bateria e, confirmando o retorno, apresentaram-se no Rock Fest em Lillehammer, na Noruega, e os trabalhos de composição então recomeçaram.
Coroando a volta do The Rods, o álbum "Vengeance" chegou em 2011 através do selo Niji Entertainment Group. Trata-se de um disco cuja energia enche os olhos. É um Hard Rock empolgante, trás frequentes solos de guitarra, mas o vocal de David Feinstein demonstra ter sofrido um pouco com os anos, pois, como geralmente acontece com vocalistas que utilizam muito a técnica do drive, seu vocal está rouco e muitas vezes as passagens mais agudas são um pouco estranhas aos meus ouvidos. Ainda assim, o trabalho é excelente, e ainda tem a cereja no bolo: a participação de Ronnie James Dio na faixa "The Code". Evidentemente, a faixa foi gravada antes de sua morte, que aconteceu em maio de 2010.
Atualmente existe a expectativa de lançamento de um oitavo álbum de estúdio, pois uma single intitulada "Great Big Fake Ones" saiu em 2014.
Certamente, o The Rods é uma verdadeira pérola injustamente desconhecida pela grande maioria. Não há dúvidas de que quem gosta de um bom Hard Rock tradicional, uma boa pegada antiga, vai se perguntar por que não conheceram esses caras antes ou por que não ficaram tão conhecidos no mainstream. Som foda, de muita qualidade, como se fosse algo genético.


 Rock Hard (1980)

01 - Sit Down Honey
02 - Music Man
03 - In Your Panties
04 - Power Lover
05 - Roll With The Night
06 - Hungry For Some Love
07 - Get Ready To Rock 'n' Roll
08 - Crank It Up
09 - Rock Hard
10 - Gettin' Higher
11 - You Better Run
12 - Woman


 The Rods (1981)

01 - Power Lover
02 - Crank It Up
03 - Hungry For Some Love
04 - Music Man
05 - Woman
06 - Nothing Going On In The City (Wild Honey Cover)
07 - Get Ready To Rock 'n' Roll
08 - Ace In The Hole
09 - Rock Hard
10 - Roll With The Night
11 - Getting Higher (Bonus Track)
12 - Wings of Fire (Bonus Track)


 Wild Dogs (1982)

01 - Too Hot To Stop
02 - Waiting For Tomorrow
03 - Violation
04 - Burned By Love
05 - Wild Dogs
06 - You Keep Me Hangin' On (The Supremes Cover)
07 - Rockin' and Rollin' Again
08 - End of The Line
09 - No Sweet Talk, Honey
10 - The Night Lives To Rock


 In The Raw (1983)

01 - Hurricane
02 - Can't Get Enough of The Fun
03 - Witches' Brew
04 - Go For Broke
05 - Hot Love
06 - Hot City
07 - Street Fighter
08 - Evil Woman
09 - Hold On For Your Life
10 - Another Night On The Town
11 - In Your Panties (Instrumental) (Bonus Track)
12 - Stay On Top (Rehearsal) (Bonus Track)
13 - Nothing Going On In The City (Live) (Wild Honey Cover) (Bonus Track)
14 - Whole Lotta Led (Medley) (Bonus Track)
15 - End of The Line (Live) (Bonus Track)


 Live (Live) (1983)

01 - I Live For Rock 'n' Roll
02 - Hellbound
03 - Born To Rock
04 - The Viper
05 - Violation
06 - Speed Demon
07 - Hurricane
08 - Devil's Child
09 - Rabid Thunder
10 - Cold Sweat and Blood
11 - Record World Radio Spot (Bonus Track)
12 - Sit Down Honey (Bonus Track)
13 - Ace In The Hole (Bonus Track)
14 - Long Road (Bonus Track)
15 - WAAF Radio Spot & Interview (Bonus Track)


 Let Them Eat Metal (1984)

01 - Let Them Eat Metal
02 - White Lightning
03 - Nuclear Skies
04 - Rock Warriors
05 - Bad Blood
06 - She's So Tight
07 - Got The Fire Burnin'
08 - I'm A Rocker
09 - She's Such A Bitch
10 - You'd Better Run (Bonus Track)
11 - Life On The Edge (Bonus Track)
12 - Evil Woman/Popeye's Drum Solo (Live) (Bonus Track)
13 - Too Hot To Stop (Live) (Bonus Track)


 Heavier Than Thou (1986)

01 - Heavier Than Thou/Make Me A Believe
02 - Angels Never Run
03 - Crossfire
04 - I'm Gonna Rock
05 - She's Trouble
06 - Born To Rock
07 - Chains of Love
08 - Communication Breakdown (Led Zeppelin Cover)
09 - Fool For Your Love
10 - Cold Sweat and Blood
11 - The Music Man


 Vengeance (2011)

01 - Raise Some Hell
02 - I Just Wanna Rock
03 - Rebels Highway
04 - Ride Free Or Die
05 - The Code (feat. Ronnie James Dio)
06 - Livin' Outside The Law
07 - Let It Ripp
08 - Fight Fire With Fire
09 - Madman
10 - Runnin' Wild
11 - Vengeance


 Great Big Fake Ones (Single) (2014)

01 - Great Big Fake Ones

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domingo, 24 de agosto de 2014

1349 - Discografia

Interessante mesmo é quando uma banda tem um nome que dê para traçar uma linha de ligação com a sonoridade. Nada de forma explícita. Apenas de forma sutil, que exija algum conhecimento específico. Tanto no âmbito da sonoridade quanto no âmbito do nome, o 1349 está de parabéns.
O nome da banda faz alusão ao ano de 1349, o ano do início da queda da Noruega contra um inimigo mortal e silencioso: a peste negra. Esse foi o ano que a doença chegou ao país e, ao longo das décadas seguintes, assolaria 2/3 da população e poria fim a uma era de grande crescimento econômico e paz chamada de Era Dourada da Noruega.
A peste era negra... então nada mais justo do que o som da banda também o ser. Black. Black Metal. Com a proposta de executar um som violento e sufocante, compôr letras anti-religiosas, negras e apocalípticas, e circundados por uma forte influência do Celtic Frost, surge em Oslo, na Noruega, das ruínas da banda Alvheim, o 1349, fundado no ano de 1997.
Inicialmente, o grupo era um quarteto composto por Ravn no vocal e bateria, Tjalve e Balfori nas guitarras, e Seidemann no contrabaixo. Rapidamente nos dois anos seguintes, uma dupla de demos foi lançada: "Demo 1998" no ano referido pelo título, e "Chaos Preferred", essa como um power trio, sem o guitarrista Balfori. Após a chegada do baterista Frost (também baterista do Satyricon) em 2000, o 1349 lançou o primeiro registro sob as asas de uma gravadora: o EP demo "1349", via Holycaust Records. O disco contém até mesmo um cover ao vivo da faixa "The Usurper", do Celtic Frost.
Dois anos mais tarde, o debut "Liberation" é lançado via Candlelight Records com a banda em forma de quinteto devido ao ingresso do segundo guitarrista Archaon. Musicalmente falando, esse trabalho é tudo o que sacaneiam em relação ao Black Metal: produção de qualidade ruim, som abafado, guitarras parecendo abelhas em uma colmeia e bateria que está mais para batucaiada em lata. Mas é disso que os fãs mais tradicionais do gênero gostam, pois dessa forma o som é sujo. O som é bem direto e linear, com porradaria do início ao fim. Muita violência no som e raiva no gutural rasgado de Ravn.
Não tardou em logo em 2004 o segundo álbum de estúdio, intitulado "Beyond The Apocalypse", saiu das trevas para apreciação. Novamente é um trabalho tão sujo quanto o antecessor, mas ainda mais acelerado e brutal, com um trabalho ainda mais vibrante na bateria e melhora na gravação da mesma.
A sequência da agressividade e sujeira de qualidade abafada de gravação se sucedeu em 2005 com o lançamento do porradeiro "Hellfire". Nesse terceiro álbum, os noruegueses acrescentam um componente adicional em alguns trechos para que uma atmosfera mais densa paire no ar: teclados. Mas não são teclados primordiais às composições musicais como no Symphonic Black Metal. É apenas uma pitada atmosférica. A forma como as canções são cantadas também sofre mudanças, pois não apenas o gutural rasgado é explorado, mas também uma postura mais teatral que transmite sofrimento e dor.
Após três lançamentos relâmpago, a popularidade do 1349 subiu, e com as excelentes apresentações ao vivo com direito até a sopro de fogo, só veio a ganhar mais fãs aprovando-os. Isso os levou inclusive a realizarem uma turnê pelos Estados Unidos ao lado de sua maior influência, o Celtic Frost, e até mesmo o vocalista Ravn teve participação especial na faixa bônus "Temple of Depression", presente no álbum de 2006 dos suíços, intitulado "Monotheist".
Os anos seguintes se resumiram a shows e mais shows em diversos festivais pela Europa, dividindo palco com outras bandas de peso. Em 2008, por exemplo, fizeram tour ao lado de Carcass, Suffocation, Aborted e Rotten Sound.
O álbum seguinte se chama "Revelations of The Black Flame" e foi lançado em 2009, sendo o último disco sob tutela da Candlelight Records, e o primeiro sem o guitarrista Tjalve. Dessa vez a postura é outra; não abandonam o Black Metal, mas exploram novas formas de tocá-lo. Por sinal, gostaram das inclusões de teclados do disco anterior e decidiram levar isso mais além. Esse é um álbum que contém músicas tocadas de forma lenta, com riffs que se arrastam e se complementam apenas após alguns segundos. O slow motion de riffs é incentivado pela veia atmosférica e belamente interpretado por uma abordagem vocal que alterna entre o gutural um pouco mais fechado e algo mais narrado situado entre o grave e o gutural. Ambos igualmente lentos e arrastados, como se uma história fosse contada de forma macabra e aterrorizante. Claramente, a intenção aqui é de dar impacto, de criar sentimentos, de transmitir terror, como em um filme. Alcançaram isso com sucesso!
No início de 2010, a banda assinou com a Indie Recordings para o lançamento do próximo álbum na Europa, e com a Prosthetic Records para ser distribuído na América do Norte. Alguns meses mais tarde, em abril, mais especificamente, o quinto álbum de estúdio emergiu, sob o título "Demonoir". Esse excelente trabalho buscou unir a secura e violência dos três primeiros discos com a misteriosa e medonha atmosfera do quarto. O resultado foi um álbum com faixas agressivas intercaladas entre si por interlúdios instrumentais e ambientais, sendo que mais variedade de efeitos de teclado são exploradas.
No mesmo mês, saíram em turnê com o Cannibal Corpse, Skeletonwitch e Lecherous Nocturne e até se apresentaram no Summer Breeze Open Air e no Wacken Open Air em agosto, além de, mais pra frente, terem excursionado os Estados Unidos e Canadá ao lado do Tryptikon, banda de Tom Gabriel Fischer formada após o fim do Celtic Frost.
Atualmente há expectativa acerca do lançamento do sexto álbum de estúdio do 1349, que se chamará "Massive Cauldron of Chaos" e tem data de lançamento marcada para o dia 29 de setembro de 2014.
Eis então uma banda tão violenta quanto a peste que se assolou pela Europa na Idade Média, com um som mórbido como somente a qualidade norueguesa do gênero é capaz de oferecer.


 Chaos Preferred (Demo) (1999)

01 - Chaos Preferred
02 - Nightmare Reality
03 - True Violent Passion
04 - F.T.W.

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 1349 (EP) (2001)

01 - End of All
02 - Antichrist Warzone
03 - Chaos Within
04 - The Usurper (Live) (Celtic Frost Cover)


 Liberation (2003)

01 - Manifest
02 - I Breathe Spears
03 - Riders of The Apocalypse
04 - Deathmarch
05 - Pitch Black
06 - Satanic Propaganda
07 - Legion
08 - Evil Oath
09 - Liberation
10 - Buried By Time and Dust (Mayhem Cover)


 Beyond The Apocalypse (2004)

01 - Chasing Dragons
02 - Beyond The Apocalypse
03 - Alwass Aeon
04 - Necronatalenheten
05 - Perished In Pain
06 - Singer of Strange Songs
07 - Blood Is The Mortar
08 - Internal Winter
09 - The Blade


 Hellfire (2005)

01 - I Am Abomination
02 - Nathicana
03 - Sculptor of Flesh
04 - Celestial Deconstruction
05 - To Rottendom
06 - From The Deeps
07 - Slaves To Slaughter
08 - Hellfire


 Revelations of The Black Flame (2009)

01 - Invocation
02 - Serpentine Sibilance
03 - Horns
04 - Maggot Fetus... Teeth Like Thorns
05 - Misanthropy
06 - Uncreation
07 - Set The Controls For The Heart of The Sun (Pink Floyd Cover)
08 - Solitude
09 - At The Gate...

Works of Fire, Forces of Hell: Live Stockholm 2005 (Live) (Bonus CD):
01 - Hellfire
02 - Chasing Dragons
03 - Satanic Propaganda
04 - I Am Abomination
05 - Manifest
06 - Slaves To Slaughter


 Demonoir (2010)

01 - Tunnel of Set: I
02 - Atomic Chapel
03 - Tunnel II
04 - When I Was Flesh
05 - Tunnel III
06 - Psalm 7:77
07 - Tunnel IV
08 - Pandemonium War Bells
09 - Tunnel V
10 - The Devil of The Deserts
11 - Tunnel VI
12 - Demonoir
13 - Tunnel VII


Elf - Discografia

O Elf é uma daquelas bandas que é mais conhecida por ter um membro muito importante em sua formação, do que pelo seu som. Mas, ao contrário de outros exemplos, nesse caso, a fama é justa, afinal de contas, o Elf "revelou" simplesmente Ronnie James Dio.
A banda norte-americana teve seu início em 1967, sob o nome de The Electric Elves, mudando para The Elves em 1968 e, finalmente, Elf, em 1972, ano em que lançaria seu primeiro álbum, homônimo, que foi produzido pelos membros do Deep Purple, Roger Glover e Ian Paice. Além dos vocais, Dio também assumia as funções de baixista, acompanhado por David Feinstein (guitarra), Mickey Lee Soule (piano, órgão) e Gary Driscoll (bateria). O álbum apresentava aquela pegada do Rock Setentista, com uma mistura de Blues e Hard Rock, e fez com que o Elf chamasse bastante a atenção, principalmente por terem aberto vários shows do Deep Purple, que naquela época, estava em seu auge.
Após o lançamento do disco, Craig Gruber foi convidado a participar como baixista e, em 1973 Feinstein deixou a banda e foi substituído por Steve Edwards
Em 1974, vem o segundo álbum, Carolina County Ball, novamente produzido por Roger Glover e conseguiu um resultado melhor que seu antecessor, com faixas mais maduras e complexas e um ótimo conjunto guitarra-piano, além de Dio já chamar a atenção de vários músicos com sua técnica e extensão vocal. O primeiro a convidar Dio para outros projetos foi o próprio Roger Glover, que convidou o vocalista para seu álbum solo The Butterfly Ball And The Grasshopper's Feast.
O terceiro disco do Elf, Trying To Burn The Sun sai em 1975, e mostrava uma banda ainda mais madura, além de influências ainda maiores do Jazz.
Após o lançamento do álbum, Ritchie Blackmore convidou Dio para seu novo conjunto, Ritchie Blackmore's Rainbow, que depois passou a ser conhecido como Rainbow, criado ainda em 1975.
Dessa parceria, surgiriam grandes clássicos do Rock, como Man On The Silver MountainGates Of Babylon, Stargazer, Long Live Rock N' Roll, entre outros.
Com isso, o Elf acabou não tendo continuidade, apesar de várias especulações terem ocorrido, principalmente nos anos 90.
Apesar do som do Elf ser desconhecido do grande público, o conjunto teve um papel importante, pois serviu para dar uma grande bagagem para seu vocalista, o homem que passou a ser conhecido como um dos maiores vocalistas da história.


 Elf - 1972

01 - Hoochie Coochie Lady
02 - First Avenue
03 - Never More
04 - I'm Coming Back For You
05 - Sit Down Honey (Everything Will Be Alright)
06 - Dixie Lee Junction
07 - Love Me Like A Woman
08 - Gambler, Gambler


 Carolina County Ball - 1974

01 - Carolina County Ball
02 - L.A. 59
03 - Ain't It All Amusing
04 - Happy
05 - Annie New Orleans
06 - Rocking Chair Rock 'N' Roll Blues
07 - Rainbow
08 - Do The Same Thing
09 - Blanche


 Trying To Burn The Sun - 1975

01 - Black Swampy Water
02 - Prentice Wood
03 - When She Smiles
04 - Good Time Music
05 - Liberty Road
06 - Shotgun Boogie
07 - Wonderworld
08 - Streetwalker


 The Elves (Pré Elf) - And Before Elf There Were Elves - 2011

01 - You Shook Me
02 - Stay With Me
03 - Four Day Creep
04 - Buckingham Blues
05 - Wakeup Sunshine
06 - Driftin'
07 - Smile For Me Lady
08 - You Felt The Same Way
09 - Simple Man
10 - Drown Me In The River
11 - Cold Romona
12 - Little Queenie

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Hardline - Discografia

O Hardline nasceu em 1991, nos Estados Unidos, criado pelos irmãos Johnny Gioeli (voz e bateria) e Joey Gioeli (guitarra). A dupla já havia conquistado algum sucesso no cenário underground nos anos 80, com o conjunto Killerhit, que depois mudou o seu nome para Brunette. Porém, antes mesmo de gravar seu primeiro disco, o Brunette se acaba.
Após, uniram-se ao guitarrista Neal Schon (Journey, Bad English), que era casado uma irmã dos Gioeli e o Hardline começou a tomar forma. Schon contata o excelente baterista Deen Castronovo, parceiro no Bad English, e a formação se completa com Todd Jensen no baixo.
Pelos excelentes músicos que tinham e pelo prestígio de Schon, o conjunto conquistou vários contatos no meio, chegando a abrir shows para o Van Halen, sem nem ao menos ter um álbum gravado.
O primeiro disco viria em 1992, o excelente Double Eclipse, que tinha grandes faixas como Takin' Me Down, Dr. Love, I'll Be There, Bad Taste e Change Of Heart. A sonoridade, baseada no Hard Rock e no AOR, acabou sendo um fracasso comercial, talvez pelo fato ter sido lançado um pouco tarde, num momento em que o estilo já estava um pouco saturado.
Assim, a banda perdeu seu contrato e acabou terminando ainda em 1992. Schon deu continuidade a vários projetos e depois voltou com o Journey, levando Deen Castronovo junto. Todd Jensen e Deen Castronovo se juntaram à banda de apoio de Ozzy Osbourne, embora Jensen tenha sido logo substituído por Geezer Butler. Johnny Gioeli foi para o Axel Rudi Pell e fez grande sucesso na banda.
Em 1999, o Hardline anunciou o seu retorno, sem Neal Schon que foi substituído por Josh Ramos, mas continuou acompanhando a banda como compositor e músico de apoio. Para a nova formação, os irmãos Gioeli trouxeram o baterista Bobby Rock, ex-companheiro dos tempos de Brunette. Além dele, vieram o baixista Christopher Maloney e o tecladista Michael T. Ross.
Dez anos após o primeiro disco, ou seja, em 2002, lançaram Hardline II, álbum focado no Hard dos anos 80, com uma pegada semelhante ao Poison ou Mötley Crüe, e que conta com as ótimas Hold Me Down, Paralyzed, Way It Is, Way It GoesThis Gift, a última com a contribuição de Neal Schon na guitarra.
O álbum tinha aquela pegada oitentista, mas também momentos mais pesados, como em Weight, praticamente um Heavy Metal. Muito da diversidade do disco, deve-se à qualidade de seus músicos, em especial pelos guitarristas e por Johnny Gioeli.
Já no ano seguinte, lançaram o DVD Live At The Gods Festival 2002, que registrava o retorno do Hardline aos palcos, divulgando seu segundo trabalho.
Em 2006, anunciaram a gravação do terceiro disco, mas o mesmo atrasou e somente saiu em 2009, já sem Joey Gioeli e com Jamie Brown no baixo e Atma Anur na bateria.
Leaving The End Open, tinha claramente a intenção de retornar ao AOR, mas acabou se aproximando mais do Pop Rock, o que acabou desagradando a maioria do público.
Jun Senoue, guitarrista da banda Crush 40, que também conta com Johnny Gioeli, aparece como músico convidado na faixa Before This.
Estava claro que o Hardline, ou melhor, Johnny Gioeli tinha a intenção de mudar, fazendo um som mais próximo do AOR dos anos 80. Assim, mudou toda a formação do conjunto, que passou a ter Thorsten Koehne (guitarra), Anna Portalupi (baixo), Francesco Jovino (bateria) e Alessandro Del Vecchio (teclados e backing vocals). O tecladista, também foi o produtor e compositor da maioria das faixas do próximo álbum, tornando-se um grande parceiro de Gioeli.
Em 2012, vem o ótimo Danger Zone, que claramente apresenta um som saudosista, se afastando do peso do Hard Rock e focando em faixas mais acessíveis, com destaque para a faixa-título e também para Look At You Now What I'd Like.
Ainda em 2012, Josh Ramos retornou e a banda teve o ingresso do baterista Mike Terrana, conhecido de Gioeli do Axel Rudi Pell.
Atualmente, o futuro da banda segue indefinido pois Johnny Gioeli encontra-se concentrado em outros projetos, em especial com a banda do guitarrista alemão, mas pela paixão do vocalista pelo estilo, é possível que algo novo apareça no futuro.


 The Lost Tapes (Pre-Hardline - Demo Compilation) - 1990

01 - Takin' Me Down
02 - Face The Night
03 - Can't Find My Way
04 - I'll Be There
05 - Love Leads The Way
06 - Only A Night
07 - In The Hand Of Time (Live)
08 - Dr. Love (Live)
09 - Life's A Bitch (Live)
10 - Open Your Heart
11 - Live And Learn

 Double Eclipse - 1992

01 - Life's A Bitch
02 - Dr. Love
03 - Rhythm From A Red Car
04 - Change Of Heart
05 - Everything
06 - Takin' Me Down
07 - Hot Cherie
08 - Bad Taste
09 - Can't Find My Way
10 - I'll Be There
11 - 31-91
12 - In The Hands Of Time


 Hardline II - 2002

01 - Hold Me Down
02 - Y
03 - Paralysed
04 - Face The Night
05 - Do Or Die
06 - Hey Girl
07 - Only A Night
08 - Your Eyes
09 - Weight
10 - Way It Is, Way It Goes
11 - This Gift

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 Leaving The End Open - 2009

01 - Voices
02 - Falling Free
03 - Start Again
04 - Pieces Of Puzzles
05 - Bittersweet
06 - She Sleeps In Madness
07 - In This Moment
08 - Give In To This Love
09 - Before This
10 - Hole In My Head
11 - Leaving The End Open


 Danger Zone - 2012

01 - Fever Dreams
02 - Ten Thousand Reasons
03 - Danger Zone
04 - What I'd Like
05 - Stronger Than Me
06 - Never Too Late For Love
07 - Stay
08 - I Don't Wanna Break Away
09 - Look At You Now
10 - Please Have Faith In Me
11 - Show Me Your Love
12 - The Only One




Suprema - Discografia

Se tem uma fusão de vertentes que é amplamente praticada no Brasil atualmente, ela é o Progressive/Power Metal. Não é nada difícil achar bandas que seguem essa linha em nosso país, ou até mesmo outras que fazem Power Metal puro. A maioria tem sua dose de excelência, lançando excelentes trabalhos e contando com ótimos músicos e interessantes vocalistas. Uma delas é o ótimo Suprema, oriundo de São Paulo capital.
O conjunto nasceu em 2004, mas já em 2005, Daniel Vargas (vocal), Douglas Jen (guitarra), Rodrigo del Carte (baixo), Marcelo La Pax (bateria) e Guto Viegas (teclados) se reuniram para gravar seu primeiro expoente: a demo de cinco faixas intitulada "Spyeyes".
Para a single "Iron Maiden Tribute", de 2008, o Suprema reapareceu com uma mudança total na formação, restando apenas o guitarrista Douglas Jen desde a formação da demo. Agora a banda contava, além dele, com Pedro Nascimento no vocal, Gabriel Conti no contrabaixo e Rafael Rosa na bateria. Com isso, de forma independente, a single saiu, contendo apenas duas músicas: um cover de "Be Quick Or Be Dead" do Iron Maiden cantado pelo antigo vocalista, e uma regravação da faixa "Powermind", da primeira demo, mas agora interpretada por Pedro Nascimento.
Após a entrada do baterista Fernando Castanha em 2012, finalmente era tempo dos paulistanos lançarem seu primeiro álbum de estúdio completo. De forma independente, o excelente "Traumatic Scenes" veio então à luz envolto em uma aura que demonstra que sabem o que estão fazendo e podem melhorar ainda mais. A sonoridade é o que se espera de uma fusão entre Progressive e Power Metal: o clima do Power acrescentada por quebradas Progressivas gerando uma sonoridade agradavelmente melódica, adocicada por refrões de fácil assimilação, que grudam na cabeça. Pedro Nascimento é dono de um vocal mais puxado para um Prog mais pesado, pois apesar de controlar muito bem o tom, carrega drives que são capazes de combinar agressividade e suavidade, como na balada "Memories".
O trampo trás também participações especiais e membros de sessão para que um som mais convincente seja alcançado. Entre os vários membros, destacam-se o ex-membro Guto Viegas, que gravou boa parte dos teclados, e o vocalista gutural Victor Prospero (também baixista do Seventh Seal, e ex-Evil Mayhem e Necromesis), que empresta sua violência vocal nas faixas "Visions From The Other Side", "Burning My Soul" e "Traumatic Scenes".
Esse é realmente um excelente disco onde mesmo que a veia Prog seja bem evidente nos riffs e na excelente exploração do contrabaixo, não há fritação, exibicionismo, nem nada que considerem exagerado. O ponto negativo é que o fato de ser um registro independente prejudicou o acesso à maior qualidade de gravação. Ainda assim, não é nada que atrapalhe a compreensão do que está sendo executado. É somente um tanto abafado.
Por enquanto esse é o único álbum desses caras que têm um reconhecimento maneiro principalmente em São Paulo. Para quem gosta dessa fusão de vertentes e está a fim de conhecer algo brasileiro, aqui está uma boa oportunidade de complementar o conhecimento e acompanhar o progresso desses caras que com certeza, caso se mantenham firmes na estrada, acabarão por nos trazer álbuns ainda melhores em musicalidade e produção.


 Traumatic Scenes (2012)

01 - Marks of Time
02 - Dark Journey
03 - Rising From The Ashes
04 - Fury and Rage
05 - Visions From The Other Side
06 - Burning My Soul
07 - Memories
08 - Before The End
09 - Nightmare
10 -  Iced Heart
11 - Traumatic Scenes


Slipknot - The Devil In I (Single) (2014)

Banda: Slipknot
Álbum: The Devil In I (Single)
Ano: 2014
Gênero: Nu Metal
País: Estados Unidos
Membros: Corey Taylor (vocal), Mick Thomson (guitarra), Jim Root (guitarra), Donnie Steele (baixo), Chris Fehn (percussão), Shawn Crahan (percussão), Craig Jones (teclado e sampler) e Sid Wilson (DJ).

01 - The Devil In I

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