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domingo, 19 de outubro de 2014

Vanir - The Glorious Dead (2014)

Banda: Vanir
Álbum: The Glorious Dead
Ano: 2014
Gênero: Folk/Death Metal
País: Dinamarca
Membros: Martin Holmsgaard Håkan (vocal), Lasse Guldbæk Jensen (guitarra), Philip Kaaber (guitarra), Lars Bundvad (baixo), Daniel Kronskov (bateria) e Sara Oddershede (flautas).

01 - Fall of The Eagle
02 - March of The Giants
03 - Written In Blood
04 - The Glorious Dead
05 - I Valkyriernes Skød
06 - Overlord
07 - The Flames of Lindisfarne
08 - Blood Sacrifice
09 - The God Emperor

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Annihilator - Welcome To Your Death (Compilation) (2014)

Banda: Annihilator
Álbum: Welcome To Your Death (Compilation)
Ano: 2014
Gênero: Groove/Thrash Metal
País: Canadá
Membros atuais: Dave Padden (vocal e guitarra), Jeff Waters (guitarra e baixo) e Mike Harshaw (bateria).

CD 1:
01 - Welcome To Your Death
02 - Alison Hell
03 - King of The Kill
04 - No Zone
05 - 21
06 - Ultra Motion
07 - Refresh The Demon
08 - Word Salad
09 - Phantasmagoria
10 - Human Insecticide
11 - Wind
12 - I Want
13 - Reaction
14 - Epic of War
15 - Shallow Grave

CD 2:
01 - Wicked Mystic
02 - Striker
03 - Nothing To Me
04 - Cold Blooded
05 - Rage Absolute
06 - Plasma Zombies
07 - Invite It
08 - Pride
09 - Clown Parade
10 - Haunted
11 - Coward
12 - The Trend
13 - No Way Out
14 - Demon Code
15 - Deadlock

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Allen/Lande - The Great Divide (Japanese Edition) (2014)

Banda: Allen/Lande
Álbum: The Great Divide
Ano: 2014
Gênero: Power Metal
País: Suécia
Membros: Jørn Lande (vocal), Russell Allen (vocal), Timo Tolkki (guitarra e baixo) e Jami Huovinen (bateria).

Confesso que tomei um susto quando vi que o guitarrista/baixista era o Timo Tolkki (ex-Stratovarius) ao invés de Magnus Karlsson, fundador e compositor de todo o projeto. Fiquei mesmo com um pé atrás, e sei que muitos de vocês entendem isso, pois ele está queimado na cena, não apenas com seu comportamento tempestivo-bipolar complicado, mas também pela atual incapacidade tanto de tecer grandes composições ou boas produções desde que deixou a banda na qual fundou. É importante ressaltar o trabalho de Tolkki ainda a se aprimorar como produtor porque ele também assinou a produção desse disco. Por isso, o receio de ele ter prejudicado um projeto tão foda como o Allen/Lande é justificável. Outra alteração, mas menos expressiva, aconteceu na bateria, pois Jaime Salazar, que estava na banda desde o princípio, saiu em 2013, e foi substituído por Jami Huovinen.
Talvez na mesma proporção em que essa alteração me desanimou, me despertou curiosidade também, então tratei de ouvir logo. Para quem, assim como eu, estava temeroso... não há motivos para pânico. O trabalho está maravilhoso, com a cara do que é o projeto: uma suave oscilação entre Melodic Heavy Metal, Power Metal e Hard Rock, sem perder o compasso, naquele estilo fácil de ouvir mesmo, com refrões fáceis de decorar por muito mencionarem o nome das faixas, seja em músicas de astral um pouco mais elevado, seja nas baladas, que merecem todo destaque devido à estética vocal lindíssima que essa dupla tão fantástica é capaz de oferecer. No entanto, no quesito "teclados" o álbum vai um tanto na contramão em relação ao antecessor, "The Showdown", de 2010: o instrumento recebe menos investimento, mas não desaparece completamente. Apenas sustenta a base e, principalmente em trechos mais suaves ou músicas baladas, mostra as caras mais protagonizavelmente, sobretudo em efeito de piano.
Talvez boa parte das músicas já tivesse sido composta por Karlsson antes de sua saída em 2013, o que fez com que o direcionamento fosse preservado. Mas em alguns trechos é possível perceber o toque de Tolkki, principalmente em solos, com seu estilo "stratovárico" único. De qualquer forma, a inclusão do gordinho finlandês não modificou o DNA do projeto, nem mesmo na produção. O cara sentiu muito bem o feeling, e deu a cara e alta qualidade que ele merece, até mesmo no reverb dos vocais, que é grande marca do projeto. Com isso, as vozes ficam mais profundas, mais vivas, e combinam com o instrumental melódico e agradável.
Portanto, não tenham medo. Quem conhece o projeto sabe muito bem o que esperar. Nada exatamente novo, mas um álbum gostoso pra caralho, sim.

01 - Come & Dream With Me
02 - Down From The Mountain
03 - In The Hands of Time
04 - Solid Ground
05 - Lady of Winter
06 - Dream About Tomorrow
07 - Hymn For The Fallen
08 - The Great Divide
09 - Reaching For The Stars
10 - Bittersweet
11 - Bittersweet (Acoustic Version) (Bonus Track)

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Voivod - We Are Not Alone (Compilation) (2014)

Banda: Voivod
Álbum: We Are Not Alone (Compilation)
Ano: 2014
Gênero: Thrash Metal
País: Canadá
Membros atuais: Snake (vocal), Chewy (guitarra), Rocky (baixo) e Away (bateria).

CD 1:
01 - We Are Not Alone
02 - Ripping Headaches
03 - Empathy For The Enemy
04 - Mechanical Mind
05 - Drift
06 - Cockroaches
07 - Ion
08 - Psychic Vacuum
09 - Meteor
10 - Defiance
11 - Insect
12 - After All
13 - The Unknown Knows
14 - Earthache
15 - Les Cigares Volants
16 - Planet Hell
17 - Sub-Effect
18 - Treasure Chase

CD 2:
01 - Astronomy Domine
02 - Erosion
03 - Korgull The Exterminator
04 - Tornado
05 - Warchaic
06 - Resistance
07 - Kaleidos
08 - Ravenous Medicine
09 - Mr. Clean
10 - Tribal Convictions
11 - M-Body
12 - The Prow
13 - Vortex
14 - From The Cave
15 - Panorama
16 - Real Again
17 - The X-Stream
18 - Volcano

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Slipknot - .5: The Gray Chapter (Deluxe Edition) (2014)

Banda: Slipknot
Álbum: .5: The Gray Chapter
Ano: 2014
Gênero: Nu Metal
País: Estados Unidos
Membros: Corey Taylor (vocal), Mick Thomson (guitarra), Jim Root (guitarra), Alex Venturella (baixo), Jay Weinberg (bateria), Chris Fehn (percussão), Shawn Crahan (percussão), Craig Jones (teclado e sampler) e Sid Wilson (DJ).

01 - XIX
02 - Sarcastrophe
03 - AOV
04 - The Devil In I
05 - Killpop
06 - Skeptic
07 - Lech
08 - Goodbye
09 - Nomadic
10 - The One That Kills The Least
11 - Custer
12 - Be Prepared For Hell
13 - The Negative One
14 - If Rain Is What You Want

Bonus CD:
01 - Override
02 - The Burden
03 - Untitled
04 - Untitled
05 - Untitled

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Warmen - First of The Five Elements (2014)

Banda: Warmen
Álbum: First of The Five Elements
Ano: 2014
Gênero: Neoclassical/Power Metal
País: Finlândia
Membros: Antti Wirman (guitarra), Jyri Helko (baixo), Mirka Rantanen (bateria) e Janne Wirman (teclados).
Membros convidados: Alexi Laiho (vocal, faixas 5 e 12) e Pasi Rantanen (vocal, faixas 2, 4, 6, 8, 10 e 11).

01 - Intromental
02 - The Race
03 - The Red Letter
04 - Ruler of Your World
05 - Suck My Attitude
06 - When Worlds Collide
07 - First of The Five Elements
08 - Devil In Disguise
09 - Like A Virgin (Madonna Cover)
10 - Anger
11 - Human Race
12 - Man Behind The Mask (Alice Cooper Cover)

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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Amaranthe - Massive Addictive (Deluxe Edition) (2014)

Banda: Amaranthe
Álbum: Massive Addictive
Ano: 2014
Gênero: Power Metal/Melodic Death Metal/Metalcore
Países: Dinamarca/Suécia
Membros: Elize Ryd (vocal feminino), Jake E. Berg (vocal limpo masculino), Henrik Englund (vocal gutural), Olof Mörck (guitarra e teclados), Johan Andersson (baixo) e Morten Løwe Sørensen (bateria).

01 - Dynamite
02 - Drop Dead Cynical
03 - Trinity
04 - Massive Addictive
05 - Digital World
06 - True
07 - Unreal
08 - Over and Done
09 - Danger Zone
10 - Skyline
11 - An Ordinary Abnormality
12 - Exhale
13 - Trinity (Acoustic Version) (Bonus Track)
14 - True (Acoustic Version) (Bonus Track)

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Unruly Child - Down The Rabbit Hole: Side One (2014)

Banda: Unruly Child
Álbum: Down The Rabbit Hole: Side One
Ano: 2014
Gênero: Melodic Hard Rock
País: Estados Unidos
Membros: Marcie Free (vocal), Bruce Gowdy (guitarra), Larry Antonio (baixo), Jay Schellen (bateria) e Guy Allison (teclados).

01 - This Is Who I Am
02 - She Can't See Me
03 - Down The Rabbit Hole
04 - For All We Know
05 - Breaking Hearts
06 - Kindred
07 - Say I Love You

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Motorocker - Rock Brasil (2014)

Banda: Motorocker
Álbum: Rock Brasil
Ano: 2014
Gênero: Hard Rock (do tipo Rock 'n' Roll tá ligado)
Origem: Curitiba, Paraná - Brasil
Membros: Marcelus dos Santos (vocal), Luciano Pico (guitarra), Thomas Jefferson (guitarra), Silvera Krüger (baixo) e Juan Neto (bateria).

01 - Rock Brasil
02 - TCO
03 - Curva de Rio
04 - Loco de Gole
05 - Periplaneta
06 - Macho e Fêmea
07 - Rockeiro Brasileiro
08 - Para-Raio de Encrenca
09 - Motorocker
10 - Pegada Seca
11 - Sodoma ou Gomorra
12 - Estação das Almas

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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Skyclad - Discografia

Intensamente difundido nos tempos atuais, o Folk Metal é uma vertente mais que conhecida da música pesada que conquista ouvintes com frequência devido ao inusitado fato de unir instrumentos pesados típicos do Heavy Metal com harmoniosos e folclóricos instrumentos do Folk, resultando em uma sonoridade medieval, mágica, de época. Qualquer headbanger é capaz de ressaltar um certo número de bandas que fazem Folk Metal puro ou combinado com outros subgêneros mesmo que não seja adepto pleno da linha, mas o que é engraçado é que dificilmente o nome de uma banda em especial é mencionado: o Skyclad.
Surgido em Newcastle-Upon-Tyne, na Inglaterra, o Skyclad tem uma grande relevância. Qual é ela? Bom, tudo tem um início, certo? Toda sub-vertente começa com essa ou aquela banda ou artista fazendo algo até então novo. Então... no inusitado Folk Metal, o Skyclad ostenta o título de banda pioneira! Ninguém antes. Só depois. É bem verdade que no início o som era mais orgânico, um tanto rústico, mas ao longo de seus vários álbuns, os britânicos foram refinando a proposta até que moldaram as características plenamente Folk que tão bem conhecemos hoje, por mais que os discos mais recentes sejam mais pesados. São bons demais!!
A formação aconteceu em 1990. A banda escolheu o termo "Skyclad" devido ao paganismo de suas crenças, altamente orientadas à natureza. Em tradução livre, "skyclad" significa "vestido pelo céu", em alusão ao ritual de nudez pagão. Significa exatamente que se vestem apenas com a própria natureza. Que o céu é sua roupa e proteção.
Tudo começou com o forjamento de uma aliança entre o vocalista Martin Walkyier (ex-Sabbat) e o guitarrista Steve Ramsey (ex-Satan e Pariah), que objetivavam alcançar uma sonoridade pagã, coisa bastante incomum até então. Chegaram inclusive a cogitar adotarem visuais ao estilo Robin Hood, mas a ideia não foi adiante, fazendo portanto com que os caras buscassem apenas um som medieval. Completando a formação, o baixista Graeme English (ex-Pariah), o baterista Keith Baxter e o violinista Mike Evans ingressaram, arando o solo para plantar as sementes da proposta.
Em 1991, conseguiram assinar com o selo Noise Records, viabilizando o lançamento oficial de seus dois primeiros registros ainda naquele ano: a começar pela split "Lemming Project/Skyclad", que, como o próprio nome sugere, compreende músicas das duas bandas, mais precisamente duas de cada. E, por fim, pouco depois, o álbum de estreia "The Wayward Sons of Mother Earth". Esse é um disco que evidencia todo o experimentalismo da proposta musical, ainda faltando muita lapidada, muito trabalho, muito desenvolvimento. O som é basicamente um Heavy Metal que flerta com o Thrash Metal, com trechos de violinos intrusos que não chegam a convencer, mas dão certa beleza às canções. Mas tem direito a tudo: de riffs harmoniosos a solos satisfatórios e violões. O lado Thrash é bastante revelado através do vocal de Martin Walkyier, que é firme, raivoso, com uso de drives.
Logo ali em 1992, a formação foi novamente complementada, agora com um segundo guitarrista chamado Dave Pugh, e uma nova violinista, Fritha Jenkins, que também cuida dos teclados e bandolim. Com isso, mais dois trabalhos foram lançados: primeiro o EP de seis faixas "Tracks From The Wilderness", subsequenciado logo em seguida, em abril, pelo álbum "A Burnt Offering For The Bone Idol", um disco à semelhança do primeiro, mas com uma atmosfera Folk que apresenta leves avanços devido à introdução dos teclados e melhor trabalho com os violinos.
Mantendo o ritmo acelerado, sai em 1993 o terceiro álbum de estúdio do sexteto, intitulado "Jonah's Ark", e o quarto já sai no ano seguinte, "Prince of The Poverty Line", esse último já com outra violinista/tecladista: Catherine Howell. Ambos naturalmente, possuem uma sonoridade um pouco melhor composta, organizada e mais convincente, mesmo que o desenvolvimento de um Folk mais harmonioso seja realizado a passos lentamente progressivos. Especialmente o "Prince of The Poverty Line" é bastante rico com percussões muito bem introduzidas e ótima exploração de guitarras limpas, violões e violinos bem sentimentais. É nele que você começa a ser capaz de sentir um Folk mais sólido nascendo, em consonância com a secura do Heavy Metal base.
A inconstância da formação tem sequência em 1995, com a saída da recém chegada violinista/tecladista Catherine Howell, que foi prontamente substituída por Georgina Biddle, que realiza exatamente as mesmas funções. Com essa alteração, novamente lançam um álbum naquele ano: "The Silent Whales of Lunar Sea", que é simplesmente o melhor dentre os álbuns ainda "rústicos". Com direito a violinos excelentemente trabalhados, músicas com mais harmonia, violões, bandolim e banjo, esse registro se torna o mais agradável até então, dando uma sensação realmente gostosa no seu decorrer. Esse disco pode ser interpretado como uma transição entre o orgânico som anterior e o Folk bem desenvolvido e melodioso que viria nos próximos álbuns.
Outro álbum que também se situa na "zona de transição" é o "Irrational Anthems", lançado em fevereiro de 1996, agora pela Massacre Records. Na mesma pegada de "The Silent Whales of Lunar Sea", mas talvez nem tão foda quanto, esse trabalho também representa a transcendência do som mais cru ao som mais coeso. A aspereza do Heavy Metal se mantém, bem como a agressividade do vocal de Martin, ao mesmo tempo em que muitos riffs se mostram muito bem adaptados à felicidade dos instrumentos folclóricos, materializando o rosto do Folk Metal pleno, como é conhecido hoje. Mas para esse ótimo lançamento, a banda sofreu baixas no line-up, pra variar. Mas foram apenas baixas, pois o guitarrista Dave Pugh, que era um dos poucos estáveis na banda, saiu, acompanhado pelo baterista Keith Baxter. "Irrational Anthems" foi portanto gravado com apenas um guitarrista, e o baterista Paul Smith foi contratado apenas como membro de sessão, só para a gravação do disco.
Como a banda gostava de trabalhar e ideias surgiam o tempo todo em suas mentes, levando-os a pôr tudo na ponta do lápis para rapidamente em seguida pôr na ponta da língua, palheta, baqueta, dedo ou arco, os trabalhos para mais um álbum despontaram e conseguiram, ainda no mesmo ano de 1996, em novembro, lançar outro álbum, agora o maravilhoso "Oui Avant-Garde Á Chance". Esse sim pode ser chamado de um álbum do mais singelo Folk Metal, onde a banda finalmente alcançou a perfeição do estilo, com total percepção musical de época. Iniciando uma nova fase de maturidade e domínio musical do conjunto, esse álbum apresenta guitarras que não se sobrepõem nem causam estranheza ao tocarem junto com o violino e teclados. Não soam deslocadas. Estão perfeitamente encaixadas, enquanto os instrumentos folclóricos apresentam um ápice de alegria e criatividade. Isso afeta inclusive o vocal de Martin Walkyier, que investe um pouco menos nos drives, comportando o vocal, mas isso não é uma crítica, e sim um ponto positivo em vista de como o álbum é instrumentalmente. Trabalho muito foda! Em relação à formação, agora eles contam com um baterista fixo, o Paul Kinson. Porém, o rapaz não gravou todas as faixas. As gravações foram divididas entre ele e o anterior de sessão, Paul Smith, provavelmente porque ele chegou à banda em meio às gravações. Michael Boden também foi um músico adicionado à formação, como guitarrista de sessão.
O álbum seguinte se chama "The Answer Machine?", e foi lançado em 1997 através da Swanlake Records. Novamente um Folk Metal belíssimo é executado, e dessa vez, mais rico que nunca no que diz respeito a variedade de instrumentos adotados. A formação oficial permanece a mesma, mas a variedade instrumental é obtida por meio de um número de membros de sessão, que contribuem com suas habilidades em instrumentos como diversos tipos de instrumentos de sopro, percussões, acordeões, banjos, e até mesmo o vocal feminino de Yasmin Krull (irmã de Alexander Krull, vocalista e tecladista do Atrocity e Leaves' Eyes, também casado com a vocalista Liv Kristine, ex-Theatre of Tragedy), na animada faixa "The Thread of Evermore".
O ano de 1998 quebrou o pique do Skyclad de lançar um álbum a cada ano. O máximo que lançaram foi um excelente EP, intitulado "Outrageous Fortunes", trazendo quatro antigas faixas em versões rearranjadas acusticamente.
De volta à Massacre Records, o nono álbum de estúdio foi lançado em 1999, agora intitulado "Vintage Whine". Mais um álbum muito foda, agora a abordagem da banda volta a ser agressiva, porém, não rústica como nos primeiros álbuns. Com uma postura mais forte, acelerada, até mais Punk, esse disco provoca uma sensação mista entre agradabilidade e dureza, impondo que o Folk Metal bem tocado não precisa necessariamente ser macio. Aqui a formação volta a ser configurada em um sexteto composto pelos membros de longa data Martin Walkyier (vocal), Steve Ramsey (guitarra e violão), Graeme English (baixo), e os novos membros Kevin Ridley (guitarra e violão), Jay Graham (bateria, percussão e trompete) e Georgina Biddle (violino, teclados e piano).
O maior indicativo de que a banda, apesar de ter vários álbuns lançados, demorou para ter algum maior reconhecimento, foi que só após o lançamento de "Vintage Whine" que assinaram contrato com um selo realmente poderoso... e esse selo era nenhum menos que a Nuclear Blast. Com formação estabilizada até então, o ano de 2000 transcorreu finalizando os trabalhos pro décimo álbum de estúdio, que foi lançado em outubro, comicamente nomeado "Folkémon", em clara referência ao anime/jogo eletrônico Pokémon. Novamente, um excelente disco onde peso e folclore se encontram em equilíbrio.
Infelizmente, em 2001, o vocalista e fundador Martin Walkyier deixa o conjunto alegando diversas razões como dificuldades financeiras e conflitos internos entre os membros da banda contra ele, inclusive no que diz respeito a turnês. Martin reclamava muito da falta de interesse dos demais membros em excursionar pela América do Sul. Mas os demais membros diziam que Martin era um cara difícil de lidar, e essa dificuldade era a principal responsável pela conhecida instabilidade da formação. Enquanto Martin saiu e fundou o The Clan Destined, Kevin Ridley, guitarrista, foi deslocado também para a função de vocalista. O baterista Jay Graham também saiu, sendo substituído por Arron Walton. Essas mudanças talvez revelem que de fato Martin era um problema, pois daqui em diante a banda se manteria com a mesma formação sempre.
Dois mil e um também foi o ano da chegada do primeiro disco ao vivo dos ingleses, chamado "Another Fine Mess", lançado pela Demolition Records. A performance foi registrada em áudio em 1995 no festival holandês Dynamo Open Air, que são justamente as faixas de 1 a 8. De 9 a 12, são as quatro faixas integrantes do EP "Outrageous Fortunes", de 1998.
Já em 2002 o ano transcorreu sem novidades inéditas, coisa rara até então, pois a banda lançava pelo menos um novo trabalho por ano. Naquele ano, lançaram as compilações "History Lessens: An Introduction To The Artist" e "No Daylight Nor Heeltaps" em março, e, em outubro, mais um disco ao vivo, "Live At The Dynamo", com 52 minutos de duração do mesmo show do live lançado no ano anterior, ainda na época de Martin Walkyier no vocal.
Os tempos que transcorreram a seguir foram marcados por litígios entre Martin e o restante da banda sobre direitos de marca e lançamento de faixas que tenham sido gravadas com ele. Isso atrasou bastante o bom andamento da banda, e consequentemente, o lançamento de discos. Apenas quatro anos após "Folkémon" é que mais um álbum de estúdio foi lançado. Com isso, em 2004, via Demolition Records, vem à luz o fodaço "A Semblance of Normality", o primeiro sem Martin. A banda segue o passo de sua maturidade, combinando com cada vez mais lucidez os instrumentos escolhidos. Assim como os anteriores, os caras seguem apostando em peso, e aqui, a banda investe de um modo ainda mais latente nos teclados, que dão uma bela encorpada na musicalidade, ficando, portanto, bem evidente, ao invés de apenas sustentar o background como antes. E mais: orquestrações e órgãos também se fazem presentes! Sempre que uma banda muda de vocalista (que é a alma do negócio), há receio sobre como a banda passará a soar. No entanto, no caso do Skyclad, o receio não é necessário, uma vez que Kevin Ridley adotou um vocal e postura extremamente parecidos com os de Martin, afim de preservar a essência do que o Skyclad desenvolveu como característica de si.
Em 2006, mais um EP foi lançado, também contendo quatro músicas, intitulado "Jig-a-Jig". Pela primeira vez em muito tempo, ocorre o lançamento de um trabalho independente. O compacto foi disponibilizado tanto no site oficial quanto nos shows que realizavam.
O álbum mais recente da banda é o "In The... All Together", trazido pela Scarlet Records em 2009, que apresenta um lado Folk menos incidente, e um lado Heavy Metal mais sobressaltado. É um trabalho que, como o nome sugere, junta tudo o que a banda fez até então; Por hora se parece com o que já vinham fazendo nos discos mais recentes, e por outra (mais insistente), com os primeiros trabalhos. Kevin demonstra mais liberdade no vocal, parecendo bastante à vontade, abusando de drives. Soa meio individual. O trabalho é excelente e muito energético.
Skyclad... essa é uma banda que vale a pena conferir, não só pela óbvia qualidade musical, mas também para saciar uma curiosidade que muitos têm sobre como um determinado estilo nasceu e foi lapidado ao longo dos álbuns. Embora não tenham lançado nada desde 2009, o conjunto segue na ativa e por isso a expectativa de novos trabalhos no futuro é real.


 Lemming Project/Skyclad (Split) (1991)

01 - Lemming Project: Dust
02 - Lemming Project: Zerfall
03 - Skyclad: The Widdershins Jig
04 - Skyclad: The Cradle Will Fall


 The Wayward Sons of Mother Earth (1991)

01 - The Sky Beneath My Feet
02 - Trance Dance (A Dreamtime Walkabout)
03 - A Minute Piece
04 - The Widdershins Jig
05 - Our Dying Island
06 - Intro: Pagan Man
07 - The Cradle Will Fall
08 - Skyclad
09 - Moongleam and Meadowsweet
10 - Terminus


 Tracks From The Wilderness (EP) (1992)

01 - Emerald (Thin Lizzy Cover)
02 - A Room Next Door
03 - When All Else Fails
04 - The Declaration of Indifference (Live)
05 - Spinning Jenny (Live)
06 - Skyclad (Live)


 A Burnt Offering For The Bone Idol (1992)

01 - War and Disorder
02 - A Broken Promised Land
03 - Spinning Jenny
04 - Salt of The Earth (Another Man's Poison)
05 - Intermission
06 - Karmageddon (The Suffering Silence)
07 - Ring Stone Round
08 - Men of Straw
09 - R'vannith
10 - The Declaration of Indifference
11 - Alone In Death's Shadow


 Jonah's Ark (1993)

01 - Thinking Allowed
02 - Cry of The Land
03 - Schadenfreude
04 - A Near Life Experience
05 - The Wickedest Man In The World
06 - Earth Mother, The Sun and The Furious Host
07 - The Ilk of Human Blindness
08 - Tunnel Visionaries
09 - A Word To The Wise
10 - Bewilderbeast
11 - It Wasn't Meant To End This Way


 Prince of The Poverty Line (1994)

01 - Civil War Dance
02 - Cardboard City
03 - Sins of Emission
04 - Land of The Rising Slum
05 - The One Piece Puzzle
06 - A Bellyful of Emptiness
07 - A Dog In The Manger
08 - Gammadion Seed
09 - Womb of The Worm
10 - The Truth Famine
11 - Brothers Beneath The Skin (Bonus Track)


 The Silent Whales of Lunar Sea (1995)

01 - Still Spinning Shrapnel
02 - Just What Nobody Wanted
03 - Art-Nazi
04 - Jeopardy
05 - Brimstone Ballet
06 - A Stranger In The Garden
07 - Another Fine Mess
08 - Turncoat Rebellion
09 - Halo of Flies
10 - Desperanto (A Song For Europe?)
11 - The Present Imperfect
12 - The Dance of The Dandy Hound


 Irrational Anthems (1996)

01 - Inequality Street
02 - The Wrong Song
03 - Snake Charming
04 - Penny Dreadful
05 - The Sinful Ensemble
06 - My Mother In Darkness
07 - The Spiral Staircase
08 - No Deposit, No Return
09 - Sabre Dance
10 - I Dubious
11 - Science Never Sleeps
12 - History Lessens
13 - Quantity Time


 Oui Avant-Garde Á Chance (1996)

01 - If I Die Laughing, It'll Be An Act of God
02 - Great Blow For A Day Job
03 - Constance Eternal
04 - Postcard From Planet Earth
05 - Jumping My Shadow
06 - Bombjour!
07 - History Lessens (The Final Examination)
08 - A Badtime Story
09 - Come On Eileen (Dexys Midnight Runners Cover)
10 - Master Race (New Model Army Cover)
11 - Bombed Out (Instru-Mental)
12 - Penny Dreadful (Full Shilling Mix)


 Old Rope (Compilation) (1997)

01 - The Widdershins Jig
02 - Skyclad (Live)
03 - Spinning Jenny (Live)
04 - Alone In Death's Shadow
05 - Thinking Allowed
06 - The Wickedest Man In The World
07 - Earth Mother, The Sun and The Furious Host
08 - Cardboard City
09 - Land of The Rising Slum
10 - The One Piece Puzzle
11 - Just What Nobody Wanted
12 - Brothers Beneath The Skin
13 - The Present Imperfect
14 - Cradle Will Fall
15 - The Declaration of Indifference (Live)
16 - Ring Stone Round
17 - Men of Straw


 The Answer Machine? (1997)

01 - A Clown of Thorns
02 - Building A Ruin
03 - Worn Out Sole To Heel
04 - Single Phial
05 - Helium
06 - The Thread of Evermore
07 - Eirenarch
08 - Troublesometimes
09 - Isle of Jura
10 - Fainting By Numbers
11 - My Naked I
12 - Catherine At The Wheel
13 - Dead Angels On Ice


 Outrageous Fourtunes (EP) (1998)

01 - Land of The Rising Slum
02 - Sins of Emission
03 - Alone In Death's Shadow
04 - Spinning Jenny


 Vintage Whine (1999)

01 - Kiss My Sweet Brass
02 - Vintage Whine
03 - On With Their Heads!
04 - The Silver Cloud's Dark Lining
05 - A Well Beside The River
06 - No Strings Attached
07 - Bury Me
08 - Cancer of The Heart
09 - Little Miss Take
10 - Something To Cling To
11 - By George


 Massacre's Classix Shape Edition (Compilation) (1999)

01 - Vintage Whine
02 - Inequality Street
03 - Constance Eternal
04 - Building A Ruin
05 - Sins of Emission (Unplugged Version)


 Folkémon (2000)

01 - The Great Brain Robbery
02 - Think Back and Lie of England
03 - Polkageist!
04 - Crux of The Message
05 - The Disenchanted Forest
06 - The Antibody Politic
07 - When God Logs-Off
08 - You Lost My Memory
09 - Deja-vu Ain't What It Used To Be
10 - Any Old Irony?
11 - Swords of A Thousand Men (Bonus Track)


 Poetic Wisdom (Compilation) (2001)

01 - A Well Behind The River
02 - Cancer of The Heart
03 - Something To Cling To
04 - Worn Out Sole To Heel
05 - Troublesometimes
06 - I Dubious
07 - Science Never Sleeps
08 - History Lessens
09 - Bombjour!
10 - A Badtime Story


 Another Fine Mess (Live) (2001)

01 - Intro (Live)
02 - Another Fine Mess (Live)
03 - Cardboard City (Live)
04 - Art-Nazi (Live)
05 - The Wickedest Man In The World (Live)
06 - The One Piece Puzzle (Live)
07 - Still Spinning Shrapnel (Live)
08 - Just What Nobody Wanted (Live)
09 - Sins of Emission (Acoustic Version)
10 - Land of The Rising Slum (Acoustic Version)
11 - Alone In Death's Shadow (Acoustic Version)
12 - Spinning Jenny (Acoustic Version)


 History Lessens: An Introduction To The Artist (Compilation) (2002)

01 - Penny Dreadful (Full Shilling Mix)
02 - The Silver Cloud's Dark Lining
03 - Isle of Jura
04 - No Deposit, No Return
05 - Brimstone Ballet
06 - Constance Eternal
07 - Building A Ruin
08 - Emerald (Thin Lizzy Cover)
09 - I Dubious
10 - Jumping My Shadow
11 - A Bellyful of Emptiness
12 - Kiss My Sweet Brass
13 - Bury Me
14 - Single Phial
15 - By George


 No Daylights Nor Heeltaps (Compilation) (2002)

01 - Penny Dreadful
02 - Inequalty Street
03 - Spinning Jenny
04 - The Cry of The Land
05 - Another Fine Mess
06 - Sins of Emmission
07 - The Widdershins Jig
08 - History Lessens
09 - Land of The Rising Slum
10 - Single Phial


 A Semblance of Normality (2004)

01 - Intro (Pipes Solo)
02 - Do They Mean Us?
03 - A Good Day To Bury Bad News
04 - Another Drinking Song
05 - A Survival Campaign
06 - The Song of No-Involvement
07 - The Parliament of Fools
08 - Ten Little Kingdoms
09 - Like... A Ballad For The Disenchanted
10 - Lightening The Load
11 - NTRWB
12 - Hybrid Blues
13 - Outro (The Dissolution of Parliament)


 Jig-a-Jig (EP) (2006)

01 - Jig-a-Jig
02 - Mr Malaprope & Co.
03 - They Think It's All Over, (Well Is It Now?)
04 - The Roman Wall Blues


 In The... All Together (2009)

01 - Words Upon The Street
02 - Still Small Beer
03 - The Well-Travelled Man
04 - Black Summer Rain
05 - Babakoto
06 - Hit List
07 - Superculture
08 - Which Is Why
09 - Modern Minds
10 - In The... All Together