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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Cavalera Conspiracy - Pandemonium (Limited Edition) (2014)

Banda: Cavalera Conspiracy
Álbum: Pandemonium
Ano: 2014
Gênero: Groove/Thrash Metal
País: Estados Unidos
Membros: Max Cavalera (vocal e guitarra), Marc Rizzo (guitarra), Nate Newton (baixo) e Iggor Cavalera (bateria).

01 - Babylonian Pandemonium
02 - Bonzai Kamikazee
03 - Scum
04 - I, Barbarian
05 - Cramunhão
06 - Apex Predator
07 - Insurrection
08 - Not Losing The Edge
09 - Father of Hate
10 - The Crucible
11 - Deus Ex Machina (Bonus Track)
12 - Porra (Bonus Track)

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Lordi - Scare Force One (2014)

Banda: Lordi
Álbum: Scare Force One
Ano: 2014
Gênero: Heavy Metal/Hard Rock
País: Finlândia
Membros: Mr. Lordi (vocal), Amen (guitarra), OX (baixo), Mana (bateria) e Hella (teclados).

01 - SCG7: Arm Your Doors and Cross Check
02 - Scare Force One
03 - How To Slice A Whore
04 - Hell Sent In The Clowns
05 - House of Ghosts
06 - Monster Is My Name
07 - Cadaver Lover
08 - Amen's Lament To Ra II
09 - Nailed By The Hammer of Frankenstein
10 - The United Rocking Dead
11 - She's A Demon
12 - Hella's Kitchen
13 - Sir, Mr. Presideath, Sir

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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Hate Handles - Discografia

E cada vez mais, novas bandas surgem mostrando que o Metal não está morto; muito pelo contrário! Está em crescimento, principalmente no Brasil. E é por isso que é um estilo musical que nunca morrerá. Seguindo o passo, cada vez mais os músicos que tocam pesado no Brasil se mostram competentes e criativos, mostrando que o som brasileiro é pau-a-pau com o som de bandas de qualquer outra parte do mundo, diferenciando-se apenas o nível de reconhecimento.
O Rio Grande do Sul é um Estado que também vem contribuindo à sua forma para a variedade da música brasileira. Mais um de seus expoentes é tema dessa postagem, uma nova e excelente banda conhecida como Hate Handles, formada em 2011 na cidade de Caxias do Sul.
Na verdade, a banda é desenvolvimento de um embrião nascido em 2006, chamado Blast. Esse projeto havia sido criado pelo guitarrista Maicon Dorigatti e pelo baterista Jonatan Mazzochi (que já mantinham projetos musicais desde a faculdade), e contava com outros músicos, incluindo o baixista Matheus Dalalba, que também faz parte da formação atual do Hate Handles. O foco era reproduzir covers de bandas que os influenciavam e admiravam, tais como Pantera, Devil Driver, Dream Theater, Dimmu Borgir, SlayerLamb of God, Ozzy Osbourne, entre outros.
Os anos se passaram e os músicos foram amadurecendo pessoal e musicalmente, levando-os a considerar começar um som próprio, que reproduzisse aquilo que queriam e tivesse a cara deles. Essa mudança aconteceu após o fim do Blast, em 2010, e se concretizou em 2011 com a fundação do Hate Handles, contando com os três membros já mencionados, acrescidos do vocalista Charles Magnabosco.
Dali pra frente foi questão de tempo até as coisas saírem das ideias para a realidade. As composições começaram e o projeto foi tomando forma, com contribuição de todos os membros, em conjunto.
Logo em 2012, os gaúchos já entraram em estúdio para a gravação de algumas demos, mas acabou que o projeto foi se desenvolvendo e as canções foram se acumulando, desembocando no que veio a se tornar seu álbum de estreia. Lançado em 21 de novembro de 2013 pela Eternal Hatred Records, "Die In The Hands of Believers" é o resultado de um trabalho dedicado e muito bem feito. Suas canções com letras de cunho filosófico e anti-político/religioso são transmitidas através de uma sonoridade que apesar de cadenciada e harmoniosa, tem bastante peso e firmeza. Os riffs são bem distorcidos, e os solos revelam bastante o lado melódico do conjunto. O vocal é um gutural rasgado que lança mão de um aspecto revoltado e irado, interpretando com precisão as letras. A melhor definição da excelência do que esses caras fazem seria o Thrash/Groove Metal, em uma pegada bem parecida com a atual do Panzer, de São Paulo, mas com estética mais arrastada.
Embora sua sonoridade tenha personalidade e transmita sentimentos intensos, ainda não tem a personalidade própria que almejam. Todavia, esse foi o primeiro passo de uma banda entrosada, que pode vir a contribuir ainda mais com a cena, ainda mais em vista de que "Die In The Hands of Believers" foi um dos melhores discos nacionais lançados em 2013. Banda de qualidade, com álbum de qualidade e gravação de primeira linha, e o melhor de tudo: brasileira! Vale a pena conferir essa sonzeira!


 Die In Hands of Believers (2013)

01 - Nothing Usefull
02 - Keep The Disease
03 - Deceived
04 - Die In Hands of Believers
05 - Bring You Back
06 - Why Praise?
07 - Respect By Fear
08 - Persistence of The Defeated
09 - Escape


Anthrax - Chile On Hell (Live) (2014)

Banda: Anthrax
Álbum: Chile On Hell (Live)
Ano: 2014
Gênero: Thrash Metal
País: Estados Unidos
Membros: Joey Belladonna (vocal), Jonathan Donais (guitarra), Scott Ian (guitarra), Frank Bello (baixo) e Charlie Benante (bateria).

CD 1:
01 - Among The Living
02 - Caught In A Mosh
03 - I Am The Law
04 - Efilnikufesin (N.F.L.)
05 - A Skeleton In The Closet
06 - In The End
07 - T.N.T (AC/DC Cover)
08 - I'm Alive

CD 2:
01 - Indians
02 - Medusa
03 - In My World
04 - Fight 'Em Til You Can't
05 - I'm The Man
06 - Madhouse
07 - Antisocial (Trust Cover)

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Obituary - Inked In Blood (Deluxe Edition) (2014)

Banda: Obituary
Álbum: Inked In Blood
Ano: 2014
Gênero: Death Metal
País: Estados Unidos
Membros: John Tardy (vocal), Kenny Andrews (guitarra), Trevor Peres (guitarra), Terry Butler (baixo) e Donald Tardy (bateria).

01 - Centuries of Lies
02 - Violent By Nature
03 - Pain Inside
04 - Visions In My Head
05 - Back On Top
06 - Violence
07 - Inked In Blood
08 - Deny You
09 - Within A Dying Breed
10 - Minds of The World
11 - Out of Blood
12 - Paralyzed With Fear
13 - Intoxicated (Bonus Track)
14 - Bloodsoaked (Bonus Track)

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Mötley Crüe - Wild In The Night (Live Broadcast 1982) (2014)

Banda: Mötley Crüe
Álbum: Wild In The Night (Live Broadcast 1982)
Ano: 2014
Gênero: Glam Metal
País: Estados Unidos
Membros atuais: Vince Neil (vocal e guitarra), Mick Mars (guitarra), Nikki Sixx (baixo) e Tommy Lee (bateria).

01 - Take Me To The Top
02 - Looks That Kill
03 - Public Enemy
04 - Red Hot
05 - Starry Eyes
06 - Piece of Your Action
07 - Shout At The Devil
08 - Merry-Go-Round
09 - Runnin' Wild In The Night
10 - Hotter Than Hell
11 - Live Wire

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Grand Funk Railroad - The Millenium Collection: 20th Century Masters (Compilation) (2014)

Banda: Grand Funk Railroad
Álbum: The Millenium Collection: 20th Century Masters (Compilation)
Ano: 2014
Gênero: Blues/Hard Rock
País: Estados Unidos
Membros atuais: Max Carl (vocal e guitarra), Don Brewer (vocal e bateria), Bruce Kulick (guitarra), Mel Schacher (baixo) e Tim Cashion (teclados).

01 - We're An American Band
02 - Some Kind of Wonderful
03 - The Loco-Motion
04 - Bad Time
05 - Shinin' On
06 - Walk Like A Man (You Can Call Me Your Man)
07 - Footstompin' Music
08 - Mean Mistreater
09 - Rock & Roll Soul
10 - Closer To Home (I'm Your Captain)

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domingo, 26 de outubro de 2014

Seether - Discografia

Tá aí uma banda que já escutei bastante e que, de uns tempos pra cá, não faz mais parte do meu repertório, mas analisando sua discografia vi uma informação que jamais tinha percebido: sua origem! Sempre pensei que o Seether era dos Estados Unidos e me causou uma grande surpresa saber que são oriundos de Pretória na África do Sul, o que me fez ouvir seus discos novamente e fazer essa postagem, afinal, são poucas bandas do continente africano que se fazem presentes no site.
O conjunto teve seu início em 1999, formado por Shaun Morgan (vocal, guitarra), Thomas Morris (baixo, backing vocal) e David Cohoe (bateria, backing vocal).
Em 2000, o conjunto já havia conquistado vários fãs e gravou seu primeiro álbum, Fragile, época em que utilizavam o nome de Saron Gás. A sonoridade transitava entre o Rock Alternativo e o Pós-Grunge, em especial pelas linhas vocal.
O disco foi lançado de forma independente, mas como teve grande sucesso, chamou a atenção da gravadora americana Wind-Up Records (que já trabalhava com bandas como Evanescence, Creed, 12 Stones, Drowning Pool e Living Sacrifice).
Nessa época, descobriram que outro conjunto já havia registrado o nome Saron Gás e foram obrigados a alterá-lo, passando a serem chamados como Seether.
Assim, a banda começou a trabalhar no seu próximo disco, mas sem o baixista Thomas Morris, que deixou o conjunto, sendo substituído por Dale Stewart. Outra mudança ocorreu na bateria com o ingresso de Josh Freese.
Com essa formação gravaram o álbum Disclaimer, lançado em 2002. O disco trouxe os primeiros sucessos da banda: Fine Again (que já estava presente em Fragile) e Broken. Ainda em 2002, a banda adicionou um segundo guitarrista: Pat Callahan.
A banda se tornou ainda mais popular e saiu em várias turnês, entre elas, uma turnê mundial ao lado do Evanescence.
Em 2004 a banda relança o álbum Disclaimer, totalmente remasterizado e com oito faixas bônus. Disclaimer II, trouxe um dos grandes sucessos do conjunto, a faixa Broken, agora com a participação especial da vocalista do Evanescence: Amy Lee, que namorava com Shaun Morgan na época. Broken fez parte da trilha sonora do filme de The Punisher e teve seu videoclipe exibido à exaustão, inclusive no Brasil.
Com John Humphrey nas baquetas, o Seether retornou ao estúdio para a gravação de quarto álbum: Karma And Effect, lançado em 2005. O álbum trouxe três hits: Truth, The Gift e Remedy, sendo a última o maior hit da carreira do conjunto.
Para divulgar o disco saíram em turnê com o ShineDown e decidiram gravar um álbum ao vivo. Na época, Shaun Morgan estava com problemas de saúde, o que levou o conjunto a optar por um disco no formato acústico, que foi lançado em 2006, chamado One Cold Night.
O ano de 2006 foi movimentado para a banda, pois além do álbum ao vivo, aconteceu a saída de Pat Callahan, cansado da vida na estrada e a internação de Shaun Morgan, que buscava se livrar dos vícios do álcool e da cocaína. Os problemas pessoais de Shaun não tinham fim e ocasionaram o fim do seu relacionamento com Amy Lee.
A banda retornaria em 2007, com o álbum Finding Beauty In Negative Spaces, um trabalho mais diversificado, embora o foco ainda fosse o Rock Alternativo. No álbum, está outra faixa de sucesso: Fake It.
No início de 2008Troy McLawhorn, guitarrista do Dark New Day, ingressou no conjunto para dar um suporte para próxima turnê.
Somente em 2011 o conjunto lançaria um novo álbum, Holding Onto Strings Better Left To Fray, é o único disco que conta com Troy McLawhorn, pois após seu lançamento, o guitarrista foi para o Evanescence. O álbum teve as melhores vendas de Karma And Effect, parte delas graças à faixa Country Song, uma das mais populares do conjunto.
Seu último trabalho até o momento é Isolate And Medicate, que saiu em 2014 e que traz como destaques as faixas Words As Weapons, Suffer It All e Same Damn Life.
Ainda que não seja um dos conjuntos mais populares em sua vertente, o Seether traz como diferencial a sua origem e as linhas vocais de Shaun, que tem grandes influências do Grunge.


 Saron Gas (Pre-Seether) - Fragile - 2000

01 - Beer
02 - 69 Tea
03 - Pride
04 - Fine Again
05 - Empty
06 - Tied My Hands
07 - Take Me Away
08 - Driven Under
09 - Stay And Play
10 - Your Bore
11 - Pig
12 - Dazed And Abused
13 - Gasoline (Bonus Track)
14 - Tied My Hands (Acoustic - Bonus Track)
15 - Senseless Tragedy (Bonus Track)

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 5 Songs (EP) - 2002

01 - Driven Under
02 - Gasoline
03 - Sympathetic
04 - Fine Again
05 - Needles

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 Seether (EP) - 2002

01 - Needles
02 - Fine Again
03 - Gasoline
04 - Pig
05 - Driven Under

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 Disclaimer - 2002

01 - Gasoline
02 - 69 Tea
03 - Fine Again
04 - Needles
05 - Driven Under
06 - Pride
07 - Sympathetic
08 - Your Bore
09 - Fade Away
10 - Pig
11 - Fuck It
12 - Broken

 Disclaimer II - 2004

01 - Gasoline
02 - 69 Tea
03 - Fine Again
04 - Needles
05 - Driven Under
06 - Pride
07 - Sympathetic
08 - Your Bore
09 - Fade Away
10 - Pig
11 - Fuck It
12 - Broken
13 - Sold Me
14 - Cigarettes
15 - Love Her
16 - Take Me Away
17 - Got It Made
18 - Out Of My Way
19 - Hang On
20 - Broken (Feat. Amy Lee)

 Karma And Effect - 2005

01 - Because Of Me
02 - Remedy
03 - Truth
04 - The Gift
05 - Burrito
06 - Given
07 - Never Leave
08 - World Falls Away
09 - Tongue
10 - I'm The One
11 - Simplest Mistake
12 - Diseased
13 - Plastic Man
14 - Kom saam met my (Untitled Track)


 One Cold Night (Acoustic Live) - 2006

01 - Gasoline
02 - Driven Under
03 - Diseased
04 - Truth
05 - Immortality
06 - Tied My Hands
07 - Symphatetic
08 - Fine Again
09 - Broken
10 - The Gift
11 - Remedy
12 - Plastic Man
13 - Needles
14 - The Gift (Alternate Mix) (Studio Track)

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 Finding Beauty In Negative Spaces - 2007

01 - Like Suicide
02 - Fake It
03 - Breakdown
04 - Fmlyhm
05 - Fallen
06 - Rise Above This
07 - No Jesus Christ
08 - Six Gun Quota
09 - Walk Away From The Sun
10 - Eyes Of The Devil
11 - Don't Believe
12 - Waste
13 - Careless Whisper
14 - Careless Whisper (Strings Version)
15 - Quirk (Demo Version- ''Fake It'') (Bonus Track)
16 - Naked (Bonus Track)
17 - Left For Dead (B-Side)
18 - Untitled [Instrumental] (Bonus Track)


 Rhapsody Originals (EP) - 2008

01 - Broken
02 - Fine Again
03 - Rise Above This
04 - Fake It

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 iTunes Originals (Compilation) - 2008

01 - The Band Started In May 1999
02 - Gasoline (iTunes Originals)
03 - We Had To Write A Single, And We Didn't Know What That Meant
04 - Fine Again (iTunes Originals Version)
05 - It Needs To Be Discovered By Fans
06 - Sympathetic (iTunes Originals)
07 - We Thought We Were Starting Karma And Effect
08 -Broken (iTunes Originals Version)
09 - We Did Sold Me At The Same Time As Broken
10 - Sold Me (iTunes Originals)
11 - The Original Title Was Cater To Cowards
12 - Remedy (iTunes Originals Version)
13 - We Weren't Going To Use It For Our Band
14 - The Gift (iTunes Originals)
15 - I Was Having Fun Today Playing With A Lot Of Effects
16 - Truth (iTunes Originals Version)
17 - A Lot Of Our Music Translates Acoustically
18 - Tied My Hands (iTunes Originals)
19 - He Was The Number One Fan
20 - Fake It (iTunes Originals Version)
21 - Let's Tease People With What's Coming With That Song
22 - Like Suicide (iTunes Originals)
23 - I Was Feeling Nostalgic
24 - Rise Above This (iTunes Originals Version)
25 - I Picked It For The Chorus
26 - Across The Universe (iTunes Originals Version)


 Holding Onto Strings Better Left To Fray - 2011

01 - Fur Cue
02 - No Resolution
03 - Here And Now
04 - Country Song
05 - Master Of Disaster
06 - Tonight
07 - Pass Slowly
08 - Fade Out
09 - Roses
10 - Down
11 - Desire For Need
12 - Forsaken
13 - Dead Seeds (Bonus Track)
14 - Yeah (Bonus Track)
15 - Nobody (Bonus Track)
16 - Effigy (Bonus Track)

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 Remix (EP) - 2012

01 - Tonight (Neon Feather Remix)
02 - Country Song (Elder Jepson Remix)
03 - Tonight (Polymer Drone Remix)
04 - No Resolution (Skolnik Remix)
05 - Roses (Protector Drumstep Remix)
06 - Fur Cue (Mike Olson Remix)

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 Seether 2002-2013 (Compilation) - 2013

CD 01

01 - Fine Again
02 - Driven Under
03 - Gasoline
04 - Broken (feat. Amy Lee)
05 - Remedy
06 - Truth
07 - The Gift
08 - Fake It
09 - Rise Above This
10 - Breakdown
11 - Careless Whisper
12 - Country Song
13 - Tonight
14 - No Resolution
15 - Here And Now

CD 02

01 - Seether
02 - Safe To Say I've Had Enough
03 - Weak
04 - Out Of My Way (Freddy Vs. Jason Soundtrack)
05 - Hang On (Daredevil Soundtrack)
06 - Blister
07 - Innocence
08 - Let Me Go
09 - No Shelter (NCIS Soundtrack)
10 - Burn The Bridges (Demo)
11 - Butterfly With Teeth (Demo)
12 - Melodious (Demo)

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 Isolate And Medicate - 2014

01 - See You At The Bottom
02 - Same Damn Life
03 - Words As Weapons
04 - My Disaster
05 - Crash
06 - Suffer It All
07 - Watch Me Drown
08 - Nobody Praying For Me
09 - Keep The Dogs At Bay
10 - Save Today
11 - Turn Around (Bonus Track)
12 - Burn The World (Bonus Track)
13 - Goodbye Tonight - Van Coke Kartel (Bonus Track)
14 - Weak (Bonus Track)



quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Asking Alexandria - Discografia

É muito comum as pessoas julgarem bandas por trechos de músicas, por popularidade, por aparência, ou por fãs, no meio da música pesada, infelizmente. Os pré-conceitos acabam por minar a oportunidade de dar atenção a bandas que fazem som de respeito, independente de qualquer outro fator externo, como aparência.
Devido à aparência moderna e até mesmo afeminada - diga-se de passagem - dos músicos, e por ser mainstream, o Metalcore é uma subvertente do Metal que recebe muita rejeição por parte dos headbangers que curtem estilos mais tradicionais (ou mais centrados no que é considerado "Metal de verdade"), e há anos está na moda e conquista a molecada que está apenas conhecendo o que é música pesada. O fato das bandas da linha serem insistentemente expostas, e o fato de conseguirem fazer o lado pesado oriundo de estilos como Death Metal, Melodic Death Metal e até Grindcore/Hardcore ser executado ombro a ombro com o lado leve, tomado emprestado de estilos como o Alternative Rock, faz com que seu som seja assimilável para quem não está tão acostumado com som pesado. Logo, surgem os fãs. E é assim que começa mesmo. De algum ponto os headbangers "plenos" começaram também.
Essa é mais uma daquelas bandas que por muito tempo ignorei, até porque não gosto de Bullet For My Valentine. De certa forma, o Asking Alexandria é bem mais próximo do Bullet do que de outras bandas do gênero que gosto, como o The Agonist... Até que decidi dar uma chance e ver como é o som, e... cara, que banda! Eu não gosto da forma como os intérpretes vocais cantam limpo no Metalcore, mas com o Asking Alexandria, isso se tornou relevável em vista da "foderozidade" dos demais elementos, em especial nos dois primeiros álbuns pós-assentamento na Inglaterra (pois o debut de verdade foi lançado em Dubai, com uma formação diferente), pois no terceiro os caras deixam a peteca cair para um som mais leve, com músicas mais homogêneas.
Muitos não imaginam, mas o início do Asking Alexandria se deu em um lugar completamente diferente do que é dito. É oficialmente divulgado que o conjunto nasceu em 2008 em York, na Inglaterra, mas as raízes da banda enfincam mais profundamente no solo. Tudo na verdade começou em 2006, na cidade de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, por iniciativa do guitarrista Ben Bruce, que nasceu em Londres, mas viveu em Dubai. Por lá, preencheu a formação com membros locais e os trabalhos de composição naturalmente iniciaram, até que em 2007, lançaram o álbum de estreia "The Irony of Your Perfection", que viria a ser relançado mais tarde pela Sumerian Records. O registro é pesado e muito bem gravado, seguindo uma seca e estreita linha de Metalcore. Embora o disco seja ótimo, não tem a cara do Asking Alexandria atual, não tem a mesma versatilidade, carecendo de muitos elementos que definem a banda de fato, que mencionarei mais abaixo nos comentários sobre os discos seguintes. Interessante é a secura dos riffs de guitarra, e o grande investimento no vocal rasgado, que se apresenta muito mais do que o vocal limpo. A porradaria é frenética, enquanto o vocal é desesperado e bastante entregue, até teatral.
No entanto, Ben Bruce percebeu que em Dubai, a banda não conseguiria despontar no cenário mundial, por isso arrumou as malas e se mudou de mandou de volta para a Inglaterra em 2008, onde encontrou o vocalista Danny Worsnop, começando, assim, a nova fase do Asking Alexandria. O restante do line-up foi completado por Cameron Liddell na guitarra base, Joe Lancaster no baixo, James Cassells na bateria e Ryan Binns nos teclados sintetizadores. As primeiras baixas ocorreram rapidamente ainda naquele ano, em decorrência das saídas de Ryan Binns em 2008, e Joe Lancaster em 2009. Apenas a vaga de baixista de Joe foi preenchida, por Sam Bettley, enquanto o vocalista Danny Worsnop se deslocou também para a função de tecladista e programação. O nome da banda permaneceu o mesmo, e Ben Bruce alega que é o mesmo nome, mas não a mesma banda, por isso é a partir daqui que a banda começa oficialmente, até por não gostar do primeiro álbum e por se tratar de outra época e local. Tem bandas que são assim mesmo, negando o que já fizeram para encarar as coisas, a partir de determinado ponto, como um novo começo.
E então começaram a trabalhar no álbum de estreia (oficial), após assinar com a Sumerian Records, e lançaram em 2009 o fantástico e melhor álbum da discografia: "Stand Up and Scream". Embora a linha principal seja a do Metalcore, a última coisa que esse novo Asking Alexandria é, é linear. Em consonância com o som base, tomaram como referência bandas de Hard Rock tais como Whitesnake, Skid Row, Aerosmith e Mötley Crüe; música eletrônica; Grindcore e Hardcore no instrumental; e vários outros elementos, inclusive certa orquestração, combinaram tudo e desenvolveram uma sonoridade de alto nível, organizada e coerente.
O que é apresentado é uma poderosa alternância entre vocais guturais rasgados e fechados (muitas vezes combinados), com determinados espaços para vocais limpos, além de coros típicos de Hard Rock em inícios ou fins de frase. Esses vocais são embasados por um instrumental que oscila entre a agressividade do Metalcore (que por si só recebe pitacos de Death e Melodic Death Metal), a cadência de riffs quebrados do Grindcore e a acessibilidade agitada do Rock Alternativo, ainda somados com elementos de Música Eletrônica, tornando os trechos mais encorpados ou até dançantes, caso o lado Metal desapareça. Parece que não cabe isso tudo de forma organizada em uma única banda, mas sim, cabe, e muito!
Apesar de toda a excelência do disco de estreia, a banda chegou aos charts apenas nos Estados Unidos, onde a melhor posição foi a 4ª no Top Heatseekers. Uma turnê de divulgação nos Estados Unidos se sucedeu, apoiando bandas como Evergreen Terrace, The World Alive, From Fist To Last, entre outras.
A partir de 2010, o grupo passou a se apresentar como banda principal em diversos eventos, dividindo palco com bandas como Born of Osiris, We Came As Romans, Bury Tomorrow, e várias outras. Mas fora a grande carga de shows, o único lançamento do ano foi o EP "Life Gone Wild", trazendo seis músicas, dentre as quais duas são excelentes covers de "Youth Gone Wild" e "18 and Life" do Skid Row.
O segundo álbum de estúdio, "Reckless & Relentless", saiu em abril de 2011 e consolida de vez o talento dos garotos britânicos. Mantendo o pique do primeiro álbum, mas com ainda mais vigor, um pouco mais de incidência de vocais limpos e belas introduções de algumas orquestrações e pianos, esse disco demonstra também maturidade. Elementos de música eletrônica são menos aparentes, mas estão presentes, camuflados no meio da intensidade de distorção. No entanto, o primeiro é mais impressionante aos meus ouvidos, e este segundo, um tanto homogêneo, oferecendo uma leve dificuldade de identificação das músicas. Mas assim como "Stand Up and Scream", o decorrer inteiro do disco é fodaço.
A representação dessa consolidação se deu com o aparecimento dos caras nos charts de Austrália, Reino Unido, e novamente nos Estados Unidos.
Nova turnê subsequenciou o álbum, passando por Austrália, Europa, Estados Unidos, e acompanhando bandas como Chelsea Grin, Hollywood Undead, Of Mice & Men e Avenged Sevenfold.
Dois mil e onze também foi ano de lançamento do disco remix "Stepped Up and Scratched", trazendo canções dos dois álbuns, claro, em versões remixadas.
Em 2012, mais um EP-tributo às suas influências chega às prateleiras, intitulado "Under The Influence: A Tribute To The Legends of Hard Rock", apresentando covers de bandas como Journey, Whitesnake, Mötley Crüe e Def Leppard, além da nova faixa "Run Free", que viria no disco seguinte.
O mês de dezembro de 2012 trouxe alguns infortúnios para a banda, assustando tanto aos caras quanto aos fãs, a começar pelo acidente que sofreram no dia 2, na estrada entre Chicago e Cleveland, nos Estados Unidos. Ninguém se feriu gravemente, mas o busu ficou destruído. No dia 9, em Nova Iorque, Danny Worsnop rompeu uma corda vocal e não pôde se apresentar naquela noite. Para não cancelar o show, os vocalistas Chris Fronzak (Attila) e Devin Oliver (I See Stars) o substituíram. Após a consulta médica, foi receitado a Danny apenas um remédio e lhe foi recomendado não forçar as cordas vocais por um bom tempo, e após esse repouso, poderia cantar normalmente de novo.
Alguns podem dizer que sim, mas provavelmente isso não afetou o direcionamento da banda vocalmente, até porque o terceiro álbum contém muitos guturais. De qualquer forma, em 2013, "From Death To Destiny" surgiu e apresenta um Asking Alexandria com postura mais pé no freio, se comparando com antes. Os riffs estão mais próximos de um Heavy/Groove Metal, tornando a sonoridade menos pegada, e os vocais guturais aparecem bem, mas os limpos são mais frequentes. Outro detalhe é a maior exploração dos violinos e do Rock Alternativo, bem como de "travadas" típicas do Eletrônico. Em suma, um álbum mais leve, mais acessível, comercial, com poucos riffs fortes e quebrados como antes. As canções até têm sua força nos versos, mas quando chegam às pontes e refrões, suavizam, se homogenizam e comercializam. Refrões grudentos, fáceis de decorar. No decorrer do registro, o passo parece cair, ficando chato. Porém, não é de todo um álbum ruim. Algumas músicas, como "Poison", até lembram os primeiros passos do Slipknot.
O trabalho vendeu bastante logo na primeira semana, fazendo com que a banda alcançasse sua posição mais elevada nos charts até então, e que se tornasse o álbum que mais vendeu logo na primeira semana na história da Sumerian Records.
Naturalmente, outra turnê teve início, dividindo os palcos com August Burns Red, Born of Osiris, Korn, Bring Me The Horizon, e várias outras bandas.
O Asking Alexandria é, de fato, um conjunto que mostra pra que veio, com uma puta musicalidade bem trabalhada, versátil, e competente. Dou ênfase aos dois primeiros álbuns, mas o terceiro, também tem qualidade, é bem gravado, mas não é muito minha preferência. No entanto, satisfaz a quem é adepto da linhagem.
Esse rico estilo musical chamado Heavy Metal é, até hoje, um gênero que sofre preconceito por parte dos desinformados. Um gênero marginalizado. Como se já não bastasse isso, ainda os próprios headbangers têm preconceitos entre si. Preconceito dentro do próprio estilo musical que tanto amam. E isso acaba por fazer deixar passar uma penca de bandas interessantes. Não sou referência pra nada, nem senhor da razão nisso, mas se eu não ouvisse novas bandas de mente aberta, se me mantivesse restrito, bem... não teria conhecido muitas bandas fodas, muitas das quais hoje estão entre minhas bandas preferidas. Vale a pena? Vale a pena é pelo menos dar uma chance para qualquer banda!


 The Irony of Your Perfection (2007)

01 - In Loving Memory of You, Despite You
02 - Writing Her Ballad
03 - Bitter Revenge, Sweet Tragedy
04 - Bite Your Lip and Fake It
05 - Asking For Ashes
06 - My Last Words Before It's All Over
07 - Numb In A Matter of Screams
08 - Gramophone Elegance
09 - Bullets In A Music Box
10 - Wings For The Sake of Falling
11 - Friends Before Angels
12 - The Irony of Your Perfection
13 - Red Letter Day
14 - Bite Your Lip and Fake It (Demo)
15 - Gramophone Elegance (Demo)
16 - Snow Falls As Memories Fade


 Demo (Demo) (2008)

01 - The Final Episode (Let's Change The Channel)
02 - A Single Moment of Sincerity
03 - A Candlelit Dinner With Inamorta
04 - Nobody Don't Dance No More
05 - I Was Once, Possibly, Maybe, Perhaps, A King
06 - Not The American Average


 Stand Up and Scream (2009)

01 - Alerion
02 - Final Episode (Let's Change The Channel)
03 - A Candlelit Dinner With Inamorta
04 - Nobody Don't Dance No More
05 - Hey There Mr. Brooks (feat. Shawn Milke)
06 - Hiatus
07 - If You Can't Ride Two Horses At Once... You Should Get Out of The Circus
08 - A Single Moment of Sincerity
09 - Not The American Average
10 - I Used To Have A Best Friend (But Then He Gave Me An STD)
11 - A Prophecy
12 - I Was Once, Possibly, Maybe, Perhaps A Cowboy King
13 - When Everyday's The Weekend


 Life Gone Wild (EP) (2010)

01 - Youth Gone Wild (Skid Row Cover)
02 - 18 and Life (Skid Row Cover)
03 - A Single Moment of Sincerity (Bare Remix)
04 - Not The American Average (Voorny Remix)
05 - I Was Once, Possibly, Maybe, Perhaps A Cowboy King (Demo Version)
06 - Breathless


 Reckless and Relentless (2011)

01 - Welcome
02 - Dear Insanity
03 - Closure
04 - A Lesson Never Learned
05 - To The Stage
06 - Dedication
07 - Someone, Somewhere
08 - Breathless
09 - The Match
10 - Another Bottle Down
11 - Reckless and Relentless
12 - Morte Et Dabo
13 - When Everyday's The Weekend (Big Chocolate Remix)
14 - Nobody Don't Dance No More (Noah D Remix)
15 - If You Can't Ride Two Horses At Once... You Should Get Out of The Circus (Noah D Remix)
16 - I Was Once, Possibly, Maybe, Perhaps, A Cowboy King (Robotsonics Remix)
17 - A Prophecy (Big Chocolate Remix)


 Stepped Up and Scratched (Remix Album) (2011)

01 - A Single Moment (KC Blitz Remix)
02 - Another Bottle Down (Tomba Remix)
03 - Reckless & Relentless (Document One Remix)
04 - I Was Once, Possibly, Maybe, Perhaps A Cowboy King (Robotsonics Remix)
05 - To The Stage (Bare Remix)
06 - A Lesson Never Learned (Celldweller Remix)
07 - The Final Episode (Let's Change The Channel) (Borgore Remix)
08 - A Candlelit Dinner With Inamorta (RUN DMT Remix)
09 - If You Can't Ride Two Horses At Once... You Should Get Out of The Circus (Noah D Remix)
10 - I Used To Have A Best Friend (But Then He Gave Me An STD) (Big Chocolate Remix)
11 - Dear Insanity (Revaleso Remix)
12 - Not The American Average (J. Rabbit Remix)
13 - Morte Et Dabo (Sol Invicto Remix)
14 - Closure (Mecha Remix)
15 - A Prophecy (Big Chocolate Remix)
16 - A Lesson Never Learned (Sol Invicto Remix)


 Under The Influence: A Tribute To The Legends of Hard Rock (EP) (2012)

01 - Separate Ways (Worlds Apart) (Journey Cover)
02 - Kickstart My Heart (Mötley Crüe Cover)
03 - Here I Go Again (Whitesnake Cover)
04 - Hysteria (Def Leppard Cover)
05 - Run Free


 From Death To Destiny (2013)

01 - Don't Pray For Me
02 - Killing You
03 - The Death of Me
04 - Run Free
05 - Break Down The Walls
06 - Poison
07 - Believe
08 - Creature
09 - White Line Fever
10 - Moving On
11 - The Road
12 - Until The End
13 - The Death of Me (Rock Mix)


Korzus - Legion (2014)

Banda: Korzus
Álbum: Legion
Ano: 2014
Gênero: Thrash Metal
Origem: São Paulo, São Paulo - Brasil
Membros: Marcello Pompeu (vocal), Heros Trench (guitarra), Antônio Araújo (guitarra), Dick Siebert (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria).

01 - Lifeline
02 - Lamb
03 - Six Seconds
04 - Broken
05 - Vampiro
06 - Die Alone
07 - Apparatus Belli
08 - Time Has Come
09 - Purgatory
10 - Self Hate
11 - Bleeding Pride
12 - Devils Head
13 - Legion

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