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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Edguy - Space Police: Defenders of The Crown [Limited Edition] (2014)

Banda: Edguy
Álbum: Defenders of The Crown
Ano: 2014
Gênero: Heavy/Power Metal
País: Alemanha
Membros: Tobias Sammet (vocal), Dirk Sauer (guitarra), Jens Ludwig (guitarra), Tobias Exxel (baixo) e Felix Bohnke (bateria).

01 - Sabre & Torch
02 - Space Police
03 - Defenders of The Crown
04 - Love Tyger
05 - The Realms of Baba Yaga
06 - Rock Me Amadeus (Falco Cover)
07 - Do Me Like A Caveman
08 - Shadow Eaters
09 - Alone In Myself
10 - The Eternal Wayfarer
11 - England (Bonus Track)
12 - Aychim In Hysteria (Bonus Track)
13 - Space Police (Progressive Version) (Bonus Track)
14 - Space Police (Instrumental Version) (Bonus Track)
15 - Love Tyger (Instrumental Version) (Bonus Track)
16 - Defenders of The Crown (Instrumental Version) (Bonus Track)
17 - Do Me Like A Caveman (Instrumental Version) (Bonus Track)

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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Sebastian Bach - Give 'Em Hell (Janapese Edition) (2014)

Banda: Sebastian Bach
Álbum: Give 'Em Hell
Ano: 2014
Gênero: Heavy Metal
País: Canadá
Membros: Sebastian Bach (vocal), Devin Bronson (guitarra), Johnny Chromatic (guitarra), Jason Christopher (baixo) e Bobby Jarzombek (bateria).

01 - Hell Inside My Head
02 - Harmony
03 - All My Friends Are Dead
04 - Temptation
05 - Push Away
06 - Dominator
07 - Had Enough
08 - Gun To A Knife Fight
09 - Rock N Roll Is A Vicious Game
10 - Taking Back Tomorrow
11 - Disengaged
12 - Forget You
13 - Rock N Roll Is A Vicious Game (Acoustic Version) (Bonus Track)

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Septicflesh - Order of Dracul (Single) (2014)

Banda: Septicflesh
Álbum: Order of Dracul (Single)
Ano: 2014
Gênero: Symphonic Death/Black Metal
País: Grécia
Membros: Spiros Antoniou (vocal gutural e baixo), Christos Antoniou (guitarra, orquestrações e samples), Soritis Vayenas (guitarra e vocal limpo) e Fotis Benardo (bateria).

01 - Order of Dracul

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Iahweh - Deserto (2014)

Banda: Iahweh
Álbum: Deserto
Ano: 2014
Gênero: White Metal
Origem: Taubaté/SP - Brasil
Membros: André Leite (vocal), Toninho de Marco (guitarra), Tiago Mattos (guitarra), Alessandro Bittencourt (baixo) e Eloy Casagrande (bateria).

01 - Sentido da Vida
02 - Novos Passos
03 - Deserto (feat. Padre Fábio de Melo)
04 - Hold On Strong For Your Life
05 - Entre Sorrisos e Choros
06 - Renascer do Amor
07 - Escolha
08 - End of Sacrifice
09 - Abra Os Olhos
10 - Voe Alto
11 - Música Na Alma
12 - Versos Contrários do Que Chorou
13 - Fogo do Espírito
14 - Fortes Ondas
15 - New Story
16 - Rio Caudal

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domingo, 13 de abril de 2014

Deathstars - All The Devil's Toys (Single) (2014)

Banda: Deathstars
Álbum: All The Devil's Toys (Single)
Ano: 2014
Gênero: Industrial Metal
País: Suécia
Membros: Andreas Bergh (vocal), Emil Nödtveidt (guitarra e teclados), Jonas Kangur (baixo) e Oscar Leander (bateria).

01 - All The Devil's Toys
02 - All The Devil's Toys (8-Bit Version)

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sábado, 12 de abril de 2014

Tuomas Holopainen - Discografia

Nunca fui de me declarar abertamente fã do produtor, compositor e multi-instrumentista finlandês Tuomas Holopainen. Mas se eu for parar pra pensar, os geniais trabalhos desse cara no Nightwish - banda que despontou seu nome e o consolidou na cena por meio do papel de fundador, líder, tecladista e compositor - são imensamente apreciados por mim. Tudo o que ele fez (e ainda faz) em sua banda de Symphonic Metal teve papel importantíssimo no desenvolvimento e amadurecimento do meu gosto musical desde moleque. Foi a primeira banda do gênero que ouvi, a primeira com vocal feminino que viciei, ensinou-me a apreciar vocais líricos, Música Erudita, e ainda influenciou muito no meu paladar por vertentes primas como Gothic Metal e Doom Metal.
Para se ter uma ideia de como considero importante sempre dar uma chance a bandas das mais variadas vertentes, eu tive um forte vício pelo Nightwish. Talvez, se não fosse isso, eu nem teria dado bola para o Epica, que me foi indicado justamente porque seguia linha similar à dos finlandeses. Ouvi. De início, os vocais guturais de Mark Jansen não me agradaram, muito menos a veia Death Metal, mas com o tempo valorizando o lado sinfônico e o vocal da Simone Simons e sendo "obrigado" a ouvir as partes mais pesadas, acabei desenvolvendo fascínio pelo gutural do Mark, e a partir daí, passei a flertar com bandas cada vez mais pesadas, até curtir Metal Extremo sem problema nenhum, mesmo que, por uma questão de "origem", eu tenda a gostar mais de vertentes mais melódicas. Uma coisa leva à outra, por isso apoio muito que os bangers sempre abandonem o preconceito, ou seja lá que barreira desenvolvem, e experimentem novos sons.
Mas a postagem é sobre esse músico que não tenho identificação pessoal, ainda assim devo muito a ele: Tuomas Lauri Johannes Holopainen, nascido no dia 25 de dezembro de 1976, em Kitee. Ainda na infância, na escola, seu gênio musical desabrochou. Vendo seu potencial, a mãe o inscreveu nas aulas de piano ainda aos sete anos de idade. Suas habilidades foram expandidas pelos 11 anos de estudo em clarinete, saxofone tenor e teoria musical em uma escola de música. O gosto pelo Metal foi despertado quando um amigo que fez num intercâmbio aos Estados Unidos o levou para ver shows do Metallica e Guns N' Roses, ocasiões únicas que deixaram-no apaixonado.
A vida como músico do Metal começou em 1993, quando tinha 16, quase 17 anos. Nessa época, participou de diversas bandas, incluindo For My Pain... (onde ainda está ativo) e Darkwoods My Betrothed, lançando os três álbuns dessa última, que fazia Black Metal. Mas não demorou muito para que o interesse em começar a sua própria banda acendesse. E assim, em volta de uma fogueira, o Nightwish nasceu, inicialmente um projeto acústico. A banda tomou forma e direcionamento de fato quando, contando com o guitarrista Erno "Emppu" Vuorinen, a vocalista Tarja Turunen (sua colega de classe na época) e o baterista Jukka Nevalainen, ele percebeu que dava pra transformar a ideia em um projeto de Metal. E assim foi.
A partir daí, foi questão de tempo até a banda obter apreciação a nível mundial e grande prestígio, principalmente após o quarto álbum "Century Child", de 2002, o primeiro a contar com Marco Hietala (Tarot) no baixo e segundo vocal. A consolidação definitiva veio com o álbum "Once", de 2004. A fama e a repercussão da banda aumenta a cada ano, apesar das intempéries com a demissão de Tarja Turunen em 2006, e as frequentes críticas à sua substituta, a sueca Anette Olzon (ex-Alyson Avenue), que também foi demitida em 2013. Como consequência da decolagem do nome do Nightwish, Tuomas Holopainen é graciosamente reverenciado pelos fãs, e tem respeito máximo.
Mas o real motivo dessa postagem aparecer aqui é que, assim como todo grande músico, Tuomas Holopainen também tem seu projeto solo. Isso me pegou de surpresa. Estava totalmente desprevenido, até que me deparei com o lançamento, e fiquei curioso. O projeto foi idealizado em 2012, a partir de composições avulsas, escritas já com o intuito de serem utilizadas nesse trabalho, mas Tuomas queria dar perfil definitivo a elas apenas depois da Imaginaerum Tour.
O músico lançou seu debut no dia 11 de abril de 2014, via da Nuclear Blast, intitulado "The Life and Times of Scrooge". Pois é, a capa é engraçada e infantil exatamente porque o álbum foi inspirado na história em quadrinhos "A Saga do Tio Patinhas"! Produzido e composto por ele mesmo, o trabalho é majoritariamente instrumental. Não é um disco de Metal, mas Symphonic Rock com uma veia Folk, chegando até a, às vezes, trazer lampejos de um Blackmore's Night orquestrado. Se você tem acompanhado os últimos trabalhos do Nightwish, conhece muito bem toda a forte orquestração que vem sendo inserida na sonoridade. Essa mesma potência é trazida toda pra cá, fazendo desse registro algo maravilhoso e cheio de classe, desde as passagens mais ternas às mais intensas!
Os instrumentos são tocados por diversos membros de sessão do Nightwish, inclusive o flautista Troy Donockley, que incrivelmente foi efetivado na banda junto da vocalista Floor Jansen (ReVamp, ex-After Forever). Embora seja mais focado no instrumental, algumas faixas, ou passagens delas, também são cantadas suavemente, de forma a não perder o foco clássico. São quatro vocalistas: as finlandesas Johanna Iivanainen e Johanna Kurkela (que até participou no álbum "The Days of Grays" do Sonata Arctica), o estadunidense Alan Reid, e, interessantemente, Tony Kakko (Sonata Arctica), fã declarado dos trabalhos do Tuomas, e muito influenciado pelos mesmos. Não é exagero algum chamar o álbum de obra-prima. Fantástico!
Tuomas Holopainen é, sem sombra de dúvidas, um músico e compositor de mão cheia. Além de uma bela carreira musical, o finlandês ainda é o "culpado" principal na "mania de Metal com vocal feminino". O Nightwish não foi a primeira banda assim, até porque, ainda antes, havia os noruegueses do Theatre of Tragedy já estavam praticando o Metal tipo "A Bela e A Fera". Porém, o Nightwish foi o que impulsionou o Symphonic Metal, influenciando bandas de bandas de Power Metal e o surgimento de novos grupos de Symphonic Metal. O Epica mesmo foi muito influenciado pelo Nightwish, assim como, antes de fundá-lo, Mark Jansen tomava muita inspiração também no Theatre of Tragedy, ainda na época do After Forever. É pra ter respeito!


 The Life and Times of Scrooge (2014)

CD 1:
01 - Glasgow 1877
02 - Into The West
03 - Duel & Cloudscapes
04 - Dreamtime
05 - Cold Heart of The Klondike
06 - The Last Sled
07 - Goodbye, Papa
08 - To Be Rich
09 - A Lifetime of Adventure
10 - Go Slowly Now, Sands of Time
11 - A Lifetime of Adventure (Alternative Version)


CD 2 (Instrumental):
01 - Glasgow 1877
02 - Into The West
03 - Duel & Cloudscapes
04 - Dreamtime
05 - Cold Heart of The Klondike
06 - The Last Sled
07 - Goodbye, Papa
08 - To Be Rich
09 - A Lifetime of Adventure
10 - Go Slowly Now, Sands of Time

Download (CD 1 + CD 2)

Dragon Guardian - Cyushingurakitoden (2014)

Banda: Dragon Guardian
Álbum: Cyushingurakitoden
Ano: 2014
Gênero: Power Metal
País: Japão
Membros atuais: Leo Figaro (vocal), Teru (guitarra), Kouta (guitarra) e Arthur Brave (guitarra, programação).

01 - Hozuki
02 - Itsunohinika
03 - Tencyu
04 - Odango To Omaccya
05 - Dencyuninjoh
06 - Ein No Negai
07 - Utage
08 - Akouroushi
09 - Kessen Uchiiri
10 - Kanzashi

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Warbreath - Discografia

O Power Metal e o Thrash Metal são dois gêneros que, a bem da verdade, contam com um grande número de bandas que se parecem umas com as outras, não fazendo algo inédito ou tendo identidade própria, entretanto, as grandes de ambos os gêneros são únicas e fantásticas. Além disso, são dois estilos distantes entre si sonoramente, o que resulta em públicos diferentes também. Enquanto o Power Metal conta com um público interessado em fantasias e epicismo, o Thrash Metal é marcado pela revolta, som sujo, conquistando públicos com desejo de liberdade. Mas e se ambos fossem unidos? É isso que os chilenos do Warbreath tentam fazer.
O conjunto teve início em 2008, em Valparaíso, por iniciativa do vocalista e guitarrista Carlos Escobar, e do baterista Gustavo Lara, ambos da banda Punishment, que também tem o objetivo de hibridar Power e Thrash, mas algumas coisas provavelmente desandaram, levando os músicos a iniciar um novo projeto. Completando a formação, vieram o guitarrista Lead Ronny e o baixista Alex Cluster.
O primeiro trabalho do quarteto foi um EP de três faixas que não encontra-se informações por aí, sequer o título, provavelmente pela gravação ser rústica e bem inferior ao que a banda viria a melhor moldar.
Mas o resultado definitivo e oficial do experimento da banda chegou em 2013: o debut "Gates of Beyond". Lançado através da DigMetalWorld Distro, o álbum tem alta qualidade tanto na produção quanto na musicalidade. É realmente interessante a fusão, pois desembocou em uma sonoridade pesada, de riffs fortes e vibrantes alternando entre momentos cadenciados e de maior fúria, além de muitos ótimos solos. Soa meio que uma mistura muito bem feita entre bandas convencionais de Power Metal e Slayer. Pode ser que o vocal não agrade tanto, talvez por uma questão étnica. É voz típica de latino-americano: aguda e limpa. De vez em quando, Carlos Escobar arriscar um drive, mas não chega a distorcer significativamente a voz... fica mais no "background". Seu timbre lembra a vocalistas como o chileno Felipe del Valle (ex-Delta) ou, mais ainda, o colombiano Santiago Giraldo (ex-Indomite). Contudo, se voz não for problema, ou caso realmente curta o vocal tal como eu também curto, esteja certo de que a performance dos caras é convincente e o álbum é excelente. Bem natural, nada forçado.
O Chile tem uma extensa e rica cena underground, com amantes do Metal espalhados por toda a extensão do país. E de uns anos pra cá, também têm mostrado que são capazes de fazer Metal de qualidade, contribuindo para a cena sul-americana. O Warbreath se torna ainda mais interessante por oferecer novas alternativas de fusão de gêneros, expandindo as probabilidades e as bordas delimitadoras dos rótulos.


 Gates of Beyond (2013)

01 - Evilution
02 - Devastation
03 - Hell Fire
04 - Wander
05 - Seed of Fire
06 - Bound To No Man's Land
07 - Kill The Mind
08 - On My Way To Acheron


sexta-feira, 11 de abril de 2014

Place Vendome - Discografia

Após colocar fim no SupaRed, Michael Kiske partiu para sua nova empreitada: o Place Vendome em 2005. O projeto foi completado com o tecladista Gunther Werno do Vanden Plas e com os membros do Pink Cream 69: Dennis Ward (baixo), Uwe Reitenauer (guitarra) e Kosta Zafiriou (bateria). 
O primeiro álbum, homônimo, saiu ainda em 2005, produzido por Dennis Ward, que apesar do passado de sucesso trabalhando com bandas de Heavy Metal, conseguiu reproduzir com maestria o sentimento de Kiske, com canções que flertam entre o Pop e o Hard Rock, com algumas pitadas de Metal.
Ainda que alguns possam reclamar da falta de peso no disco, a verdade é que esse é o som que Kiske gosta de fazer, então o jeito é se acostumar e aproveitar as aulas que o vocalista dá. O ponto forte do disco é sua atmosfera voltada para o AOR, que acabou sendo uma boa surpresa e fez com que o prestígio de Michael Kiske pudesse ser recuperado, vez que, ele andava brigado com a cena.
Entre os destaques do disco ficam Cross The Line, I'll Be Waiting (podia ser música do Journey), I Will Be Gone e a faixa-título.
Com a mesma formação, o conjunto lançou seu segundo álbum em 2009, o aclamado Streets Of Fire, ainda melhor que debut
Um dos motivos para o sucesso do álbum, foi o apoio dos compositores Ronny Milianowicz (Saint Deamon, Primal Fear), Torsti Spoof (Leverage) e Robert Sall (Work Of Art).
Streets Of Fire é quase um álbum clássico de AOR e com Michael Kiske nos vocais, coisa linda mesmo! A faixa My Guardian Angel é o grande exemplo disso.
Dando sequencia ao projeto, em 2013, veio o terceiro disco: Thunder In The Distance, que seguiu a linha do AOR, fazendo enorme sucesso entre os amantes do Metal Melódico.
A banda contou novamente com várias personalidades entre seus compositores: Magnus Karlsson (Primal Fear), Timo Tolkki (ex-Stratovarius), Alessandro Del Vecchio (Hardline), Tommy Denander (Radioactive), Roberto Tiranti e Andrea Cantarelli (Labyrinth), Sören Kronqvist (Sunstorm) e Brett Jones.
Apesar da pesada Broken Wings, é Rock Melódico que toma conta, com as belas Talk To Me, Lost Paradise, It Can't Rain e a faixa-título.
Para aqueles que gostam de boa música, o Place Vendome é um prato cheio, pois é aquele tipo de som bom para se ouvir em qualquer ocasião, além de contar com a voz do eterno Michael Kiske, o que por si só, já merece uma atenção especial.


 Place Vendome - 2005

01 - Cross The Line
02 - I Will Be Waiting
03 - Too Late
04 - I Will Be Gone
05 - The Setting Sun
06 - Place Vendome
07 - Heavens Door
08 - Right Here
09 - Magic Carpet Ride
10 - Sign Of The Times
11 - Photograph

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 Streets Of Fire - 2009

01 - Streets Of Fire
02 - My Guardian Angel
03 - Completely Breathless
04 - Follow Me
05 - Set Me Free
06 - Believer
07 - Valerie
08 - A Scene In Replay
09 - Changes
10 - Surrender Your Soul
11 - Dancer
12 - I'd Die For You

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 Thunder In The Distance - 2013

01 - Talk To Me
02 - Power Of Music
03 - Broken Wings
04 - Lost In Paradise
05 - It Can't Rain Forever
06 - Fragile Ground
07 - Hold Your Love
08 - Never Too Late
09 - Heaven Lost
10 - My Heart Is Dying
11 - Break Out
12 - Maybe Tomorrow
13 - Thunder In The Distance
14 - Maybe Tomorrow (Orchestral Version)




Stream of Passion - A War of Our Own (2014)

Banda: Stream of Passion
Álbum: A War of Our Own
Ano: 2014
Gênero: Symphonic Metal
País: Holanda
Membros: Marcela Bovio (vocal), Stephan Schultz (guitarra), Eric Hazebroek (guitarra), Johan van Stratum (baixo), Martijn Peter (bateria) e Jeffrey Revet (teclados).

01 - Monster
02 - A War of Our Own
03 - The Curse
04 - Autophobia
05 - Burning Star
06 - For You
07 - Exile
08 - Delirio
09 - Earthquake
10 - Secrets
11 - Don't Let Go
12 - Out of The Darkness
13 - The Distance Between Us

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