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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Dragonforce - Maximum Overload (2014)

Banda: Dragonforce
Álbum: Maximum Overload
Ano: 2014
Gênero: Speed Power Metal
País: Inglaterra
Membros: Marc Hudson (vocal), Herman Li (guitarra), Sam Totman (guitarra), Frédéric Leclercq (baixo e vocal gutural), Dave Mackintosh (bateria) e Vadim Pruzhanov (teclados).

01 - The Game
02 - Tomorrow's King
03 - No More
04 - Three Hammers
05 - Symphony of The Night
06 - The Sun Is Dead
07 - Defenders
08 - Extraction Zone
09 - City of Gold
10 - Ring of Fire (Johnny Cash Cover)

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Barbaria - Discografia

E quem foi que disse que pra gerar uma determinada atmosfera tematizada são necessários exageros na produção, teclados e algumas frescuras? Não que seja um ponto negativo fazer uso de artimanhas extras para dar aquele toque especial à sonoridade... muito pelo contrário! Até porque eu sou um pouco mais atraído por bandas que têm suas músicas preenchidas por teclados, pois encorpam mais o som e auxiliam no que a canção quer passar. Mas quando o recado é dado com eficiência integralmente no puro Metal, sem teclados, sem apelações, é, de fato, louvável, e no ramo do Pirate Metal, os mogimirianos do Barbaria fazem exatamente isso: um som seco, cru, que mesmo assim passa claramente a imagem de músicos a bordo de um navio pirata.
Os piratas subiram a bordo do navio pela primeira vez no ano de 2008, vindos direto de Mogi Mirim, em São Paulo. A intenção musical já foi estabelecida com clareza desde cedo: deixarem-se influenciar pelo Heavy Metal, Folk e canções piratas.
A formação era frágil nos primeiros anos, com frequentes trocas de integrantes. No entanto, a estabilidade foi alcançada apenas à altura de 2011, com Draco Louback no vocal, Marcelo Louback na guitarra, Carlos Veraart no contra-baixo e Fernando Piasecki nas baquetas, quarteto que lançou na mesma época o primeiro exemplar: a demo "Under The Black Flag". Os 23 minutos da demonstração apresentam com boa qualidade de gravação aquilo que a banda viria a complementar no álbum de estreia: uma musicalidade pirata tematizada na marra a partir de coros piratas, riffs no ritmo do balanço do mar e velozes e técnicos solos. Não é à toa que obtiveram com isso boa aprovação por parte do público e da mídia que foi alcançada. A boa aceitação foi estendida com o videoclipe da faixa título, que deu maior visibilidade à banda e à primeira demo. Com o público tomando maior conhecimento dos caras, convites para se apresentarem em alguns festivais foram chegando nos tempos seguintes, dentre os quais destacam-se o 1º Rock Music Festival, realizado em Espírito Santo do Pinhal, em São Paulo, e o Thorhammer Fest VI, muito conhecido principalmente na capital paulista.
A primeira baixa no line-up desde que a formação se fixou aconteceu em outubro de 2012 a partir da saída do baterista Fernando Piasecki devido à agenda do conjunto estar se tornando mais movimentada. Anderson Gomes assumiu então seu posto.
Após colher tão bons frutos, só faltava mesmo o lançamento do álbum de estreia. Felizmente, ele foi saiu em maio de 2013. Lançado de forma independente, mas muito bem gravado e produzido no estúdio SIMC em Piracicaba (São Paulo), o debut foi nomeado "Watery Grave" e trás excelentes músicas em um compasso ainda melhor do que a demo. Tudo é positivamente notável: a sequência do ritmo navegante no qual os riffs são tocados, a velocidade e destreza dos solos, os coros piratas e principalmente a forma como as linhas vocais foram inscritas. São totalmente inspiradas no ritmo de canções piratas, interpretadas por uma postura vocal digna de um capitão agressivo, temido e destemido por parte de Draco Louback, devido aos seus fortes drives. Novamente o som segue maravilhosamente cru, embora, assim como na demo, façam um pouco de uso de elementos Folk apenas para dar uma breve ajuda no clima, só que apenas no início ou no fim de alguma faixa, não se misturando, portanto, aos elementos metálicos. Outro detalhe bem bacana é que inserem bastante sons ambientais como a quebra do mar na costa, gaivotas cantando, e coisas do tipo.
A repercussão foi nova e merecidamente positiva! Prova disso é que a mais notável faixa, "Blackbeard", que abre o disco, gerou uma single que foi até mesmo incluída em coletâneas internacionais como "Another Cup of Evil", dos Estados Unidos, e "Wolfhound Compilation", da Espanha. Além disso, um segundo videoclipe foi lançado no Youtube, dessa vez apresentando a faixa "Cuthroat Island".
Novas baixas na formação aconteceram ainda em 2013 em vista da saída do baixista Carlos Veraart e do recém-ingressado baterista Anderson Gomes. Seus postos foram re-preenchidos por Murilo Barim e Marcelo Niero, respectivamente. Além disso, um segundo guitarrista foi adicionado à formação, o amigo Renan Toniette.
Até o momento, os piratas seguem fazendo shows e conquistando fãs dignamente. Algo muito notável em suas apresentações ao vivo é que são teatrais, animadas, e tematizam todo o cenário com roupas típicas, rum e bandeiras, fazendo com que suas apresentações sejam bem diferentes do simples "nós tocamos os instrumentos e vocês ouvem e batem cabeça".
Então cá apresento o excelente e pesado Heavy Metal Pirata do Barbaria, banda com sangue brasileiro que merece o que vem conquistando e têm diferencial não apenas no som e no comportamento durante as apresentações ao vivo, mas também já faz lista de expressão com as quais já dividiram os palcos, tais como Adorned Blood, Angra, Salário Mínimo e Paul Di'Anno. Baixem, conheçam-os, e, claro, curtam a página no Facebook!

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SHOWS & IMPRENSA:
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 Under The Black Flag (Demo) (2011)

01 - Sailing Throught Seas
02 - Under The Black Flag
03 - Legions Forgotten By The Gods
04 - Battle Tale
05 - The Flying Dutchman
06 - Barbaria's Tabern


 Watery Grave (2013)

01 - Blackbeard
02 - The Piper
03 - Buccaneers
04 - Watery Grave
05 - The Flying Dutchman
06 - Under The Black Flag
07 - Cuthroat Island
08 - Merciless


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Derdian - Human Reset (2014)

Banda: Derdian
Álbum: Human Reset
Ano: 2014
Gênero: Symphonic Power Metal
País: Itália
Membros: Ivan Giannini (vocal), Enrico Pistolese (guitarra), Dario Radaelli (guitarra), Luciano Severgnini (baixo), Salvatore Giordano (bateria) e Marco Garau (teclados).

01 - Eclipse
02 - Human Reset
03 - In Everything
04 - Mafia
05 - These Rails Will Bleed
06 - Absolute Power
07 - Write Your Epitaph
08 - Music Is Life
09 - Gods Don't Give A Damn
10 - After The Storm
11 - Alone
12 - Delirium
13 - My Life Back

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Eric Johnson - Europe Live (Live) (2014)

Banda: Eric Johnson
Álbum: Europe Live (Live)
Ano: 2014
Gênero: Blues Rock
País: Estados Unidos

01 - Intro
02 - Zenland
03 - Austin
04 - Forty Mile Town
05 - Mr. P.C
06 - Manhattan
07 - Zap
08 - Song For Life
09 - Fatdaddy
10 - Last House On The Block
11 - Interlude
12 - Cliffs of Dover
13 - Evinrude Fever
14 - Sun Reprise

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domingo, 20 de julho de 2014

Cartoon - Discografia

O Cartoon surgiu em 1995, na cidade Belo Horizonte, fundado por Khadhu Capanema (baixista e vocal), Bhydhu Capanema (baterista), Boxexa (teclado, violão e vocal) e Vlad (guitarra).
Desde o início, a Cartoon trazia um diferente, fora dos padrões do Rock Nacional, com uma mistura de música clássica e Rock Progressivo, aliado à utilização de instrumentos exóticos como a citara.
Em 1998, ao lado do Cálix e do Somba, produziram a “Orquestra Mineira de Rock” (OMR), um projeto ousado onde os músicos das três bandas dividiam o mesmo palco, tocando ao mesmo tempo as composições dos conjuntos.
O seu primeiro álbum veio em 1999, Martelo, um dos marcos do Rock Progressivo nacional, pois tratava-se de um lançamento independente e que mesmo assim, alcançou grande sucesso de crítica e público. O bom resultado fez com que fosse possível produzir seu primeiro clipe e para isso escolheram a faixa Tempo, o que lhes rendeu ainda mais visibilidade.
Um dos diferencias são as letras, todas em português, algumas bem irônicas, o que fez com o que o conjunto fosse rotulado de os Mutantes da nova geração.
Em 2001, Vlad decide se desligar da banda, mas no final do ano um novo guitarrista, Khykho Garcia foi recrutado. Além de se interessar por Rock setentista, Khykho é um profundo conhecedor da música erudita, o que casou muito bem com o som do Cartoon.
Sempre buscando inovar, em 2002, o conjunto apareceu com outro projeto inovador: fazer a primeira Opera-Rock Nacional.
Assim, lançaram Bigorna, que mostrava arranjos muito mais complexos que Martelo, com belas passagens de teclados e sintetizadores que relembram o Prog Rock dos anos 70. Com o tema: "A verdadeira história do Rei Arthur & os Cavaleiros da Távola Redonda" o álbum supera em qualidade o primeira, mas acabou decepcionando alguns em razão das letras sem todas em inglês.
Ainda assim, a mudança no idioma acabou sendo importante para que o Cartoon pudesse alcançar o público de fora do Brasil, e o disco recebeu avaliações positivas de países como Itália, Estados Unidos, Suécia e Chile.
O conjunto seguiu com várias apresentações pelo Brasil, sendo muito reverenciada por todos os lugares que passava. O carisma, a precisão técnica e qualidade das composições fez com a banda angariasse ainda mais fãs, a maioria surpreendida com o fato de um conjunto tão bom, não ter alcançado o estrelato.
Na sequência, Boxexa deixou o conjunto e para seu lugar vem, em 2008, Raphael Rocha, que além dos teclados, toca também guitarra e ajuda nos vocais. Raphael já assume o posto com a missão de auxiliar o Cartoon no processo de composição e gravação de seu terceiro, Estribo (que fecha a trilogia com o nome dos ossos do ouvido humano) e sai ainda em 2008.
Mais uma vez, temos um tema conceitual, dessa vez a trama  gira em torno dos conflitos de um jovem que, como Beethoven, fica surdo devido à paralisia de um ossículo do ouvido, o Estribo. O sofrimento causado pela surdez leva-o a empreender uma viagem fantástica para superar seus medos e dificuldades.
Em relação à sonoridade, o álbum expôs o ápice da formação, com temas complexos, mas muito agradável, aliados aos belos arranjos, algo que se mostrou se uma constante em sua carreira.
O disco teve ótimas resenhas em revistas e sites especializados, o que somente ajudou ainda mais o conjunto a buscar seu espaço e seguir com as apresentações ao vivo. Em 2011, chegaram a tocar em Buenos Aires, Argentina e em 2012,  foram convidados a participar da Canadian Music Week, uma das principais feiras de negócios do meio musical e um dos maiores festivais de música independente de todo planeta, que acontece anualmente em Toronto, Canadá, onde a banda fez duas apresentações.
Entre os meses de março e abril de 2013, o Cartoon participou do Breakout Brasil, um reality show que premiara o artista vencedor com um contrato com a Sony Music. Exibido pelo canal Sony Spin, o Cartoon fez enorme sucesso no programa, ficando entre os cinco finalistas, dentre mais de 2.000 artistas inscritos de todo país
Apesar de não terem sido os vencedores do programa, o prestígio do conjunto somente aumentou, o que pode ser conferido pela grande repercussão nas redes sociais.
Logo que o programa terminou, o conjunto informou que já estava trabalhando no próximo disco.
Nas apresentações seguintes, a banda mostrou algumas de suas novas composições, como Down On The RoadThe Golden Chariot, o que somente fez com que os fãs criassem ainda mais expectativas com o álbum.
Unbeatable, lançado no final de 2013, surpreendeu a todos e trouxe uma nova fase para a banda, com composições e arranjos mais diretos, que aproximaram o som do Cartoon ainda mais do Classic Rock, o que tornou tudo ainda mais agradável.
Desde então, a banda segue com as apresentações e a divulgação de seu novo disco, sendo que o vídeo da faixa Down On The Road vem recebendo vários elogios do público.


 Martelo - 1999

01 - Abertura
02 - Duend's
03 - Tenho Todos os Galhos da Minha Árvore Voltados Para o Sol
04 - Estagnação
05 - O Amor
06 - A Verdade Sobre os Incas
07 - Abre Seu Olho, Irmão
08 - Lágrimas de Vidro
09 - Tempo
10 - First Lake Conclusion
11 - Fechadura

 Bigorna - 2002

01 - Prologue
02 - From The Hands Of God
03 - Knights Nightmare
04 - King's Song
05 - King's Fugue
06 - She Smiled
07 - Guinevere
08 - Marriage
09 - Show Me Where Love Lives
10 - Lily Fears
11 - The Warning
12 - March Of Despair: A) She's Coming! B) Cool Down Emily Whith C) Song Of Despair
13 - Apocalypstic Man
14 - Alberich's Man
15 - Letter To Marion
16 - In The Gates Of Hell
17 - The Last Battle
18 - The Great Gates Of Freedom


 Estribo - 2008

01 - Thor's Hammer
02 - The Storm Before The Silence
03 - Father
04 - Crossings And Crosses
05 - The Car Crash
06 - Heaven's My Home
07 - Treatment With Mercury
08 - Remember
09 - Velut Luna
10 - God Speed!
 Unbeatable - 2013

01 - Down On The Road
02 - The Golden Chariot
03 - Until I Found You
04 - She
05 - Bridge To Nowhere
06 - Promises
07 - Lazarus Feet
08 - No Coming Back
09 - Time Is Running
10 - On The Judgement Day

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Lacrimosa - Live In Mexico City (Live) (2014)

Banda: Lacrimosa
Álbum: Live In Mexico City (Live)
Ano: 2014
Gênero: Gothic Rock
País: Alemanha
Membros: Tilo Wolff (vocal), Henrik Flyman (guitarra), Jay P. (guitarra), Yenz Leonhardt (baixo), Julien Schmidt (bateria) e Anne Nurmi (teclados).

CD 1:
01 - Lacrimosa Theme
02 - Ich Bin Der Brennende Komet
03 - Welcome To The Show
04 - Schakal
05 - Alleine Zu Zweit
06 - Alles Luge
07 - Not Every Pain Hurts
08 - Verloren
09 - Ohne Dich Ist Alles Nichts
10 - Weil Du Hilfe Brauchst
11 - Apart
12 - If The World Stood Still A Day

CD 2:
01 - Feuerzug I & II
02 - Der Morgen Danach
03 - Irgendein Arsch Ist Immer Unterweg
04 - Liebesspiel-Fassade 3. Satz
05 - Rote Sinfonie
06 - Revolution
07 - Durch Nacht Und Flut
08 - Stolzes Herz
09 - Feuer
10 - Lichtgestalt
11 - Copycat

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sábado, 19 de julho de 2014

Cathedral - Discografia

Trouble, Pentagram, Black Sabbath, Saint Vitus, Melvins, Candlemass... essas eram algumas das influências que os músicos Lee Dorrian (vocal, ex-Napalm Death) e Mark (Griff) Griffiths (baixo) se inspiraram para criar, em 1989, o Cathedral, originário da Inglaterra.
Assim, não havia outro caminho ao recém criado conjunto a não ser explorar o obscuro, o sobrenatural, o que fez com que se tornassem um dos grandes nomes da história do Doom Metal.
O difícil era encontrar outros músicos para preencher a formação, pois o Death Metal estava em alta e poucas pessoas pareciam se interessar por um ritmo mais arrastado e menos direto.
Para a guitarra, Griff sugeriu Garry (Gaz) Jennings, um grande amante de Doom Metal e com quem já tinha encontrado algumas vezes em shows de conjuntos como Candlemass e que comprava uma revista especializada no estilo, da qual Griff contribuía.
De início, Andy Baker assumiu a bateria, mas foi logo substituído por Ben Mochrie. Como a banda não encontrava um baixista, Griff que no começo tocava guitarra assumiu o instrumento. Ainda assim, decidiram que para a formação ficar completa precisavam de um segundo guitarrista, inspirados no som de bandas como o Trouble. Para o posto, trouxeram Adam Lehan e partiram para a gravação de sua primeira demo, In Memorium, lançada em 1990.
Em razão da maioria dos seus membros já serem músicos conhecidos, ainda que em bandas diferentes do som do Cathedral, o conjunto ganhou atenção por parte do ‘underground’ no mundo inteiro, o que apenas aumentou com as apresentações que fez ao lado de nomes como Saint Vitus, Morbid Angel, Sadus e Paradise Lost.
Em 1991, a banda assinou um contrato para lançar seu primeiro disco e fez uma espécie de aquecimento com uma demo contendo três faixas do futuro álbum. Antes de gravarem o trabalho, novamente houve uma mudança no posto de baterista, com Mike Smail, outro ex-membro do Napalm Death, assumindo as baquetas.
Com essa formação lançam Forest Of Equilibrium, álbum que superou as expectativas da própria banda, que planejava apenas o lançamento de uma demo, e se surpreenderam com a possibilidade de gravar um álbum de estúdio.
O disco é fundamental na discografia da banda, sendo o favorito de seu líder, Lee Dorrian, sendo que suas faixas tornaram-se grandes clássicos, tais como Ebony Tears, Serpent Eve e Soul Sacrifice. O som denso, com um grande trabalho de guitarras duplas, além do vocal agressivo e característico de Dorrian fizeram com que o prestígio do Cathedral só aumentasse, chegando até os Estados Unidos.
Em 1992, já com Mark Wharton na bateria, gravam o compacto Soul Sacrifice, que deixou claro que o conjunto iria levar muito a sério suas influências, mas aliando o Doom Metal a um som mais retrô, com vários elementos do Rock setentista.
A banda então partiu para uma inesquecível turnê chamada Gods Of Grind ao lado dos companheiros de gravadora Carcass, Entombed e Confessor.
Em seguida, a banda seguiu pela Europa, excursionando novamente com o Saint Vitus. Após o fim das apresentações, fizeram outra turnê de grande sucesso, chamada Campaign For Musical Destruction, ao lado de Napalm Death, Carcass e Brutal Truth.
Infelizmente, Griff resolver deixar a banda após o fim da turnê. Para seu lugar veio Mike Hickey, que era guitarrista da banda Cronos, que ficou com o conjunto durante o restante das apresentações ao vivo que seguiram.
Para as gravações do próximo álbum, o Cathedral estava sem baixista e Gaz acabou acumulando as duas funções. Assim, sai The Ethereal Mirror, em 1993, disco que, em razão das mudanças na formação, acabou tendo uma sonoridade diferente do compacto Soul Sacrifice. Ainda assim, o disco traz suas pitadas de um som mais psicodélico, além de ter grandes passagens de Heavy Metal.
Com o passar do tempo, o álbum passou a ser melhor compreendido e hoje é considerado um dos melhores da carreira do Cathedral.
Após retornaram com as apresentações ao vivo, mas Mike Hickey deixou o conjunto, para mais tarde se juntar ao Carcass. Mike foi substituído por Scott Carlson. Em seguida, a banda seguiu com as extensas turnês, chegando a tocar no Japão. O desgaste das apresentações fez com que abandonassem uma longa turnê com Mercyful Fate e o Flotsam And Jetsam.
O Cathedral chegou a sair em turnê novamente ao lado do Fight de Rob Halford e, após uma apresentação com o Pentagram, Adam Lehan e Mark Wharton deixaram o conjunto.
Antes da turnê do o Fight, os músicos ainda registraram o compacto Statik Majik, lançado em 1994. Nesse trabalho, tiveram toda a liberdade para trabalhar, e apresentaram um som mais complexo, com a presença de vários instrumentos e fazendo algo que passava longe de ser comercial, vide a longa The Voyage Of The Homeless Sapien. Nos Estados Unidos o compacto saiu sob o nome de Cosmic Requiem, com uma capa diferente e com a faixa A Funeral Request - Rebirth no lugar de Midnight Mountain.
A banda então foi convidada para realizar um dos seus grandes sonhos: uma turnê abrindo para o Black Sabbath. Ainda que desestruturada, o convite foi aceito para fazer as apresentações chamaram Joe Hasselvander (bateria) e Victor Griffin (guitarra) do Pentagram.
A turnê estava indo muito bem, tanto que a banda acabou se aproximando de seus ídolos, mas Victor foi obrigado a deixá-los antes do término das apresentações, sendo que, apesar do receio o Cathedral seguiu como um quarteto.
Depois da primeira noite, a insegurança acabou quando Tony Iommi chegou para os caras e disse que eles soavam muito melhor como um quarteto. Desde então, a banda seguiu dessa maneira.
Com Scott Carlson morando em Chicago (Estados Unidos), o conjunto acabou se dividindo com Dorrian e Gaz na Inglaterra. Em Chicago, Scott conheceu o baterista Dave Hornyak, que após alguns ensaios, acabou entrando para a banda.
Quando se preparavam para a gravação do próximo disco, ficaram sem o contrato com a gravadora, o que tornou impossível a permanência dos membros que viviam na América.
Após um período de dificuldades, Dorrian e Gaz fizeram diversas audições para encontrar os dois membros restantes e ficaram impressionados com o baterista Brian Dixon e o baixista Leo Smee, que se juntaram a eles.
A banda então seguiu suas apresentações ao vivo, oportunidade em que chegaram a tocar algumas músicas inéditas. O próximo passo foi retornar ao estúdio para as gravações do brilhante The Carnival Bizarre, lançado em 1995.
O disco estava mais direto que o seu antecessor e o Doom Metal reina soberano! Um detalhe interessante é que a faixa Utopian Blaster tem solos compostos por Tony Iommi.
O álbum foi um enorme sucesso com a crítica especializada e colocou o Cathedral entre os grandes do estilo novamente.
A banda se sentido livre para trabalhar, lançou, na sequência, o compacto  Hopkins (The Witchfinder General), que mostrou todo aqueles experimentalismo e sentimento dos anos 70, além de ter influências góticas (vide a faixa Purple Wonderland).
Já em 1996, o conjunto retornou ao estúdio para a gravação de mais um disco. Talvez por pressão da gravadora, os caras estavam pouco inspirados e acabaram entregando um trabalho que não representa a discografia da banda.
Supernatural Birth Machine foi bastante criticado, e Lee Dorrian deu sua opinião sobre o trabalho: "Nunca fui muito fá desse álbum, por vários motivos. Não acho que estávamos prontos para gravá-lo. Estávamos em uma turnê dando a volta ao mundo e então chegamos em casa e tivemos duas semanas até entrar no estúdio, não tivemos tempo para escrever, eu não tinha nenhuma letra com a qual me sentisse confortável...Na verdade deixei a banda três dias antes de entrarmos no estúdio, porque estava puto com o fato de nós sermos forçados a fazer algo que não estávamos prontos. Algumas pessoas dizem que é seu álbum favorito, mas para mim parece algo que não foi realmente terminado. Há alguns riffs matadores nele e tudo o mais, mas se o álbum tivesse sido gravado cinco ou seis meses depois eu provavelmente estaria bem mais feliz com ele."
Após o lançamento do álbum, saíram em turnê pela América do Sul, mas acabaram passando apenas pela Colômbia pois se envolveram em incidentes com as autoridades locais e o dinheiro que iriam utilizar durante toda a turnê desapareceu!
Assim, retornaram à Europa, porém sua agenda continuou cheia. Dessa época, fizeram grandes shows ao lado do My Dying Bride.
Com o encerramento das apresentações, o conjunto resolveu dar uma pausa e passou praticamente três anos sem aparecer.
Somente em 1998, retornaram para novas apresentações e informaram que lançariam um novo disco: Caravan Beyond Redemption, que mostrou que parada foi proveitosa, pois trata-se de um grande álbum, embora a mistura de estilo se faça presente, sendo que talvez esse seja o álbum mais eclético do conjunto, pois é possível notar elementos de todos os trabalhos anteriores.
Em razão disso, Dorrian deixou claro que somente lançariam um novo álbum se partissem para algo diferente e surpreendente, e eles fizeram!
Endtyme, de 2001, é o álbum mais pesado da carreira do conjunto, sendo um verdadeiro divisor de águas em sua trajetória. Além disso, a produção lembrava um pouco o seu início de carreira e ajudou a valorizar ainda mais o trabalho.
Em 2002 veio The Seventh Coming, que mostrou novamente um lado mais diversificado do conjunto, indo no sentido oposto de Endtyme.
The Garden Of Unearthly Delights, de 2005, um dos melhores de sua carreira, com grandes riffs e solos e que demonstra a evolução de Dorrian, pois os vocais guturais cada vez mais dão espaço para os vocais agressivos, algo que combina muito com o som do Cathedral.
Após o lançamento do disco, muitas dúvidas surgiram sobre o futuro da banda, pois nem seus membros sabiam ao certo se o melhor era continuar. Em seguida, deram uma pausa.
Em 2010, o conjunto lançou o álbum The Guessing Game, primeiro duplo de sua carreira e informou que aquele seria seu último trabalho, pois encerrariam as atividades em 2011.
Com o anúncio de seu fim, o conjunto partir para sua última turnê, sendo que passaram pelo Brasil, no dia 24 de junho o grupo se apresentou em São Paulo, no Manifesto Rock Bar e no dia seguinte em Varginha, na 13ª edição do Roça'n' Roll. Nessas apresentações, Scott Carlson estava presente, reassumindo o posto de baixista, substituindo Leo Smee.
Para fechar com chave de ouro sua trajetória, lançaram o compacto A New Ice Age, em 2012 e informaram que ainda teriam um último álbum de estúdio chamado (convenientemente) de The Last Spire, que sai em 2013.
The Last Spire foi uma despedida digna para o conjunto, pois atingiu o propósito de ressaltar todos os pontos positivos do Cathedral.
Não é fácil explicar os motivos da banda ter encerrado suas atividades, pois por esse último disco, ficou claro que ainda poderiam fazer mais.
Se no seu início o intuito era apresentar um som que representasse seus ídolos, é fácil de se concluir que o objetivo foi alçado e que conseguiram fazer mais do que apenas copiar o que seus mestres faziam.


 In Memorium (Demo) - 1990

01 - Mourning Of A New Day
02 - All Your Sins (Pentagram Cover)
03 - Ebony Tears
04 - March!

 Demo # 2 - 1991

01 - Comiserating The Celebration
02 - Serpent Eve
03 - Reaching Happiness, Touching Pain

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 Forest Of Equilibrium - 1991

01 - Picture Of Beauty & Innocence (Intro) - Comiserating The Celebration
02 - Ebony Tears
03 - Serpent Eve
04 - Soul Sacrifice
05 - A Funeral Request
06 - Equilibrium
07 - Reaching Happiness, Touching Pain

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 Soul Sacrifice (EP) - 1992

01 - Soul Sacrifice
02 - Autumn Twilight
03 - Frozen Rapture
04 - Golden Blood (Flooding)


 The Ethereal Mirror - 1993

01 - Violent Vortex (Intro)
02 - Ride
03 - Enter The Worms
04 - Midnight Mountain
05 - Fountain of Innocence
06 - Grim Luxuria
07 - Jaded Entity
08 - Ashes You Leave
09 - Phantasmagoria
10 - Imprisoned In Flesh


 Statik Majik (EP) - 1994

01 - Midnight Mountain
02 - Hypnos 164
03 - Cosmic Funeral
04 - The Voyage Of The Homeless Sapien
05 - Sweet Leaf (Live in Japan)


 Cosmic Requiem (EP) - 1994

01 - Cosmic Funeral
02 - Hypnos 164
03 - Funeral Request - Rebirth
04 - The Voyage Of The Homeless Sapien

 The Carnival Bizarre - 1995

01 - Vampire Sun
02 - Hopkins (The Witchfinder General)
03 - Utopian Blaster (feat. Tony Iommi)
04 - Night Of The Seagulls
05 - Carnival Bzarre
06 - Inertias Cave
07 - Fangalactic Supergoria
08 - Blue Light
09 - Palace Of Fallen Majesty
10 - Electric Grave
11 - Karmacopia (Bonus Track)

 Hopkins (The Witchfinder General) (EP) - 1995

01 - Spoken Intro - Hopkins (The Withcfinder General)
02 - Fire
03 - Copper Sunset
04 - Purple Wonderland
05 - The Devils Summit
06 - You Know (Japanese Bonus Track)


 Supernatural Birth Machine - 1996

01 - Cybertron 71 - Eternal Countdown (Intro)
02 - Wako's Conquest
03 - Stained Glass Horizons
04 - Cyclops Revolution
05 - Birth Machine 2000
06 - Nightmare Castle
07 - Fireball Demon
08 - Phaser Quest
09 - Suicide Asteroid
10 - Dragon Ryder 13
11 - Magnetic Hole


 Caravan Beyond Redemption - 1998

01 - Voodoo Fire
02 - The Unnatural World
03 - Satanikus Robotikus
04 - Freedom
05 - Captain Clegg
06 - Earth Messiah
07 - The Caravan
08 - Revolution
09 - Kaleidoscope Of Desire
10 - Heavy Load
11 - The Omega Man
12 - Dust Of Paradise


 In Memoriam (Compilation) - 2000

01 - Mourning Of A New Day
02 - All Your Sins
03 - Ebony Tears
04 - March
05 - Commiserating The Celebration (Live In Holland '91)
06 - Ebony Tears (Live In Holland '91)
07 - Neophytes For The Serpents Eve (Live In Holland '91)
08 - All Your Sins (Live In Holland '91)
09 - Mourning Of A New Day (Live In Holland '91)


 Endtyme - 2001

01 - Cathedral Flames
02 - Melancholy Emperor
03 - Requiem For The Sun
04 - Whores To Oblivion
05 - Alchemist Of Sorrows
06 - Ultra Earth
07 - Astral Queen
08 - Sea Serpent
09 - Templars Arise! (The Return)


 The VII Coming - 2004

01 - Phoenix Rising
02 - Resisting The Ghost
03 - Skullflower
04 - Aphrodites Winter
05 - The Empty Mirror
06 - Nocturnal Fist
07 - Iconoclast
08 - Black Robed Avenger
09 - Congregation Of Sorcerers
10 - Halo Of Fire
11 - Texting (Bonus Track)

 The Serpent's Gold (Compilation) - 2004

CD 01

01 - Ride
02 - Hopkins (A Witchfinder General)
03 - Autumn Twillight
04 - Midnight Mountain
05 - Soul Sacrifice
06 - Enter The Worms
07 - Stained Glass Horizon
08 - Vampire Sun
09 - Cosmic Funeral
10 - Ebony Tears
11 - Melancholy Emperor
12 - Equilibrium
13 - Utopian Blaster
14 - Voodoo Fire
15 - Imprisoned In Flesh

CD 02

01 - Hide And Seek
02 - Neophytes for Serpent Eve (Demo Version)
03 - Violet Breath
04 - Night of Seagulls (Demo Version)
05 - Magic Mountain
06 - A Funeral Request (Live in Brussels - Belgium 18.4.94)
07 - The Olde Oak Tree
08 - Schizoid Puppeteer
09 - Carnival Bizarre (Demo Version)
10 - Rabies
11 - Blue Light (Live in Tokyo - Japan 30.5.01
12 - Commiserating The Celebration (Of Life) (Demo Version)

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 The Garden Of Unearthly Delights - 2005

01 - Dearth Ad 2005
02 - Tree Of Life And death
03 - North Berwick Witch Trials
04 - Upon Azraels Wings
05 - Corpsecycle
06 - Fields Of Zagara
07 - Oro The Manslayer
08 - Beneath A Funeral Sun
09 - The Garden
10 - Proga Europa


 The Guessing Game - 2010

CD 01

01 - Immaculate Misconception
02 - Funeral Of Dreams
03 - Painting In The Dark
04 - Death Of An Anarchist
05 - The Guessing Game
06 - Edwige's Eyes
07 - Cats, Incense, Candles & Wine

CD 02

01 - One Dimensional People
02 - The Casket Chasers
03 - La Noche Del Buque Maldito (AKA Ghost Ship Of The Blind Dead)
04 - The Running Man
05 - Requiem For The Voiceless
06 - Journeys Into Jade

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 Anniversary (Live) - 2011

CD 01

01 - Picture Of Beauty And Innocence
02 - Comiserating The Celebration (Of Life)
03 - Ebony Tears
04 - Serpent Eve
05 - Soul Sacrifice
06 - A Funeral Request
07 - Equilibrium
08 - Reaching Happiness, Touching Pain

CD 02

01 - Funeral Of Dreams
02 - Enter The Worms
03 - Upon Azrael's Wings
04 - Midnight Mountain
05 - Cosmic Funeral
06 - Carnical Bizarre
07 - Night Of The Seagulls
08 - Corpsecycle
09 - Ride
10 - The Last Spire Pt.1 (Entrance)
11 - Vampire Sun
12 - Hopkins (Witchfinder General)


 A New Ice Age (EP) - 2011

01 - Open Mind Surgery
02 - Sabbadaius Sabbatum


 The Last Spire - 2013

01 - Entrance To Hell
02 - Pallbearer
03 - Cathedral Of The Damned
04 - Tower Of Silence
05 - Infestation Of Grey Death
06 - An Observation
07 - The Last Laugh
08 - This Body, Thy Tomb




King of Asgard - Karg (2014)

Banda: King of Asgard
Álbum: Karg
Ano: 2014
Gênero: Melodic Death/Viking Metal
País: Suécia
Membros: Karl Beckmann (vocal e guitarra), Lars Tängmark (guitarra), Jonas Albrektsson (baixo) e Karsten Larsson (bateria).

01 - The Runes of Hel
02 - The Trickster
03 - Highland Rebellion
04 - Remnant of The Past
05 - Omma
06 - The Heritage Throne
07 - Huldran
08 - Rising
09 - Total Destruction

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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Age of Artemis - The Waking Hour (2014)

Banda: Age of Artemis
Álbum: The Waking Hour
Ano: 2014
Gênero: Melodic Power/Progressive Metal
Origem: Brasília, Distrito Federal - Brasil
Membros: Alírio Netto (vocal), Gabriel "T-Bone" Soto (guitarra), Nathan Grego (guitarra), Giovanni Sena (baixo) e Pedro Sena (bateria).

01 - Penance
02 - Under The Sun
03 - Broken Bridges
04 - The Waking Hour
05 - Hunger and Shame
06 - Melted In Charisma
07 - Childhood
08 - Your Smile
09 - Exile
10 - New Revolution
11 - Winding Road

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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Opeth - Pale Communion (2014)

Banda: Opeth
Álbum: Pale Communion
Ano: 2014
Gênero: Progressive Rock
País: Suécia
Membros: Mikael Åkerfeldt (vocal e guitarra), Fredrik Åkesson (guitarra), Martín Méndez (baixo), Martin Axenrot (bateria) e Joakim Svalberg (teclados).

Minha maior crítica ao Opeth desde sempre é o fato da sonoridade ser meio bagunçada e principalmente forçada. Ouvir Opeth sempre foi, pelo menos pra mim, ter a sensação de que estão em uma tentativa falha de convencer que sabem fazer Prog ou misturar gêneros. Nada nunca foi natural... aquele tipo de banda que não convence mesmo.
Exceto "Watershed", de 2008, com seu exímio Progressive Death Metal. Esse sim é magnífico, coeso, lúcido, e bem natural, sendo possível sentir que a banda sabe o que está fazendo e está dominando a proposta.
Já o disco seguinte, "Heritage", de 2011, novamente senti forçado, apesar do ótimo Progressive Metal. Aquele sentimento de que estão apenas tentando convencer que sabem o que estão fazendo voltou.
Isso fez eu realmente ficar com um pé atrás em relação ao "Pale Communion", que será lançado no dia 26 de agosto, mas já vazou. E eu nunca acredito nos "opetheiros", são parciais demais. Isso me deixou com um pé mais atrás ainda...
Mas eu, ouvindo, pude ver que não havia motivo pra receio. Que álbum maravilhoso, cara! Apostam integralmente na tradicional veia do Progressive Rock dos anos 70, e novamente, dominando, sabendo o que estão fazendo, com a naturalidade que eu exijo que eles tenham. Grande disco! Certamente mais um que se juntará ao "Watershed" como álbum do Opeth que mais ouço. Até porque antes do "Watershed", todo mundo que me segue no Facebook e recebe atualizações da page do Warriors Of The Metal também no Facebook sabe minhas opiniões negativas.
Desde "Watershed", a sonoridade do Opeth sofreu mudanças. Pra quem gostava da fase antiga da banda, foi para pior, mas pra mim, que tenho mais críticas que elogios a fazer àquela fase, mudou para melhor, e muito melhor. "Pale Communion" é muito superior ao "Heritage" e vai agradar com força a quem curte um Prog Rock 70. Maravilhoso, cara! Porém, divisor de opiniões. Não se deixe influenciar pela opinião de ninguém. É o tipo de álbum para você ouvir e ter a sua própria opinião sobre.

01 - Eternal Rains Will Come
02 - Cusp of Eternity
03 - Moon Above, Sun Below
04 - Elysian Woes
05 - Goblin
06 - River
07 - Voice of Treason
08 - Faith In Others

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